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PCP acusa Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra de ‘desrespeito’ pelos trabalhadores

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A Comissão Concelhia de Sesimbra do PCP denunciou a falta de condições de trabalho dos funcionários da Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra, numa nota enviada às redações.

Nesta, o PCP acusa a entidade de «desrespeito dos direitos dos trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia», apontando que a direção «obriga as ajudantes de Lar a terem de trabalhar 7 dias seguidos sem sair das instalações, e que mesmo após esse período só podem sair após ter sido feito testes às trabalhadoras que as vêm render e estes darem um resultado negativo».

O PCP refere ainda que «são ainda exercidas pressões sobre outros trabalhadores visando aceitação de condições de trabalho violadoras das normas laborais em vigor, assim como são desenvolvidas tentativas de se furtar ao pagamento de parcelas dos valores devidos pela prestação do trabalho».

O PCP considera «inadmissíveis estas atitudes, que para além de constituírem violações grosseiras da legislação em vigor no nosso país, acrescem de gravidade pois colocam ainda em causa a saúde e  a segurança dos utentes do lar, e potenciam o agravamento da situação epidemiológica com que o país se confronta».

Os responsáveis da Comissão Política exigem também uma «resposta rápida» do Governo ao que consideram um «atropelo constante aos direitos dos trabalhadores desta instituição», a quem foi enviado um conjunto de questões pelo Grupo Parlamentar do PCP, sobre o conhecimento  da situação, o acompanhamento e as medidas que pretende implementar.

O Diário do Distrito contactou por email a direção da Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra para obter esclarecimentos, o que não aconteceu até ao momento.

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