Palmela

Pavilhão Secundária de Palmela: Primeira pedra simbolizou primeiro passo da obra

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A comunidade educativa da Escola Secundária de Palmela sentiu a manhã de terça-feira, 30 de novembro, diferente, não só no que respeita ao tempo presente, mas também com olhos postos no futuro – foi lançada a primeira pedra como símbolo da construção do Pavilhão Gimnodesportivo.

Este é um pedido reivindicado pela população em geral e pelos professores e estudantes em particular, desde a demolição da antiga estrutura em 2007 – sem perspetivas de nova construção – com o presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro, a assumir que, quando apresentaram o projeto, “muitas pessoas disseram que só acreditavam no pavilhão quando o vissem em construção”.

Vários processos ficaram pendentes ao longo dos últimos anos, muitas vezes devido a medidas da administração central, que fizeram com que esta obra pecasse por tardia, após 3 fases de requalificação da Escola Secundária de Palmela, que se foi desenvolvendo progressivamente.

O presidente do município ressalva a importância do desporto na vivência dos cidadãos, e acrescenta que, a nível escolar, contribui para “a formação integral de um indivíduo na relação com outras pessoas e na construção de competências sociais”, com o pavilhão a trazer “benefícios enormes e maiores”.

“Este equipamento terá sem dúvida um impacto muito positivo na comunidade escolar”, reforça, mas sublinha que a estrutura estará também ao dispor de toda a população, ilustrando esta polivalência como uma “parte de leão da obra”.

O Ministro da Educação, João Costa, esteve presente no evento, e confessou que, apesar de não gostar de misturar a vida pessoal com a profissional, naquele momento, não foi possível, com a “satisfação” da sua presença ser “dupla, tripla, quadrupla” pelo facto da formação dos seus filhos ter sido feita na secundária de Palmela, com “caras conhecidas” ainda presentes.

O ministro reforçou o papel fundamental das autarquias e do poder local para que a obra fosse finalmente iniciada, pela resiliência e insistência no desenvolvimento do processo: “só o conseguimos [fazer empreitadas nos últimos anos] com a parceria e cumplicidade dos municípios que assumiram por todo o país um papel fundamental, extravasando algumas das competências que tinham à data em que assumiram estes compromissos”.

A ressalva do desporto e da sua importância esteve patente, bem como o desempenho de todos os professores de educação física, que, mesmo sem a infraestrutura necessária, conseguiram contribuir para a formação desportiva e fomentar a atividade física.

A obra foi adjudicada por 2,5 milhões de euros, com comparticipação de 625 mil euros do Ministério da Educação “de acordo com o contrato programa celebrado em 2021”, e deverá estar construída daqui a, sensivelmente, 18 meses.


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