Economia

Partidos afastam-se de manifestação contra o aumento dos combustíveis

Promovida pelo Podcast à Conversa a manifestação que se realizou ontem em Lisboa não foi representativa e nem contou com os partidos com representação na Assembleia da República.

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Marcada com antecedência, a manifestação marcada para este sábado prometia ser bastante participativa, mas as expectativas não foram aquelas que os organizadores esperavam, contando só com 12 manifestantes que estiveram presentes no Marquês. Mesmo assim os poucos manifestantes mostraram a sua revolta em relação ao aumento sucessivo dos combustíveis.

Cláudio Fonseca, organizador do protesto, admite que a adesão ficou muito aquém do que esperava. A manifestação contra o aumento dos preços do combustível estava marcada para as 15h00, mas uma hora mais tarde é que se iniciou o dito protesto, isto, porque o organizador do protesto, ainda esperava que se juntassem mais pessoas.

A falta de aderência ao protesto realizado em Lisboa, leva a que o organizador seja crítico e na sua opinião “os portugueses ainda protestam muito nas redes sociais e não se mostram“.

Cláudio Fonseca, lamentou a falta de pessoas e foi fortemente critico na falta de participação dos partidos que tem representação na Assembleia da República. O único partido presente foi o Partido RIR de Vitorino Silva, que também esteve presente, um partido sem qualquer representação parlamentar.

Para além de Tino de Rans, o partido ainda marcou presença com a vice-presidente, Márcia Henriques, que afirmou “os políticos esquecem-se que Portugal não é só Lisboa e Porto, o País é muito mais do que isto, e esquecem-se que no resto do país as pessoas não terão grandes alternativas de transportes públicos e o aumento dos combustíveis é uma grande fatia do orçamento familiar que vai ser tirado por mês a essas famílias“.

 

 

 


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