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Parlamento aprovou Estado de Emergência por mais 15 dias

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A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira o decreto presidencial que renova o Estado de Emergência, documento que volta a permitir o confinamento compulsivo.

Desta vez, PS, PSD e a deputada não inscrita Cristina Rodrigues votaram a favor. O CDS alterou o sentido de voto, optando agora por se abster. O Bloco de Esquerda e o PAN mantiveram a abstenção. O PCP, os Verdes, a Iniciativa Liberal, a deputa não inscrita Joacine Katar Moreira e (desta vez) o Chega votaram contra.

Ao contrário do aconteceu há duas semanas, o primeiro-ministro, António Costa, marcou presença.

A oposição aceitou esta medida, mas deixou várias críticas ao Governo sobre a falta de medidas de fundo, e a falta de respostas que podiam ter sido realizadas com mais tempo, antes do início desta segunda vaga, e também sobre o confinamento aos fins-de-semana.

Outras críticas partiram também do PSD e do CDS, pela insistência do PCP em manter o Congresso, que vai decorrer no último fim-de-semana de Novembro, quando os portugueses estarão obrigados ao confinamento e milhares de estabelecimentos terão de encerrar.

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