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PAN Seixal questiona autarquia acerca de animal acorrentado em Paio Pires

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Após a denúncia de uma moradora na Aldeia de Paio Pires, Seixal, e a notícia do Diário do Distrito acerca de um cão acorrentado e sem acesso a comida e água por parte do tutor, o PAN Seixal dirigiu um pedido de esclarecimento ao presidente da Assembleia Municipal do Seixal.

«Tomámos conhecimento, através da comunicação social, da existência de um canídeo acorrentado num terreno na Aldeia de Paio Pires, sito na Rua D. Elvina Correia, evidenciando sinais de magreza extrema e sem acesso a comida e água, sendo alimentado ocasionalmente por habitantes das redondezas» refere o comunicado assinado pelo eleito André Nunes.

«Segundo a notícia, houve já quem tenha feito uma denúncia a várias entidades, entre as quais a Câmara Municipal do Seixal e, em concreto, o Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia.

O Grupo  Municipal  do  PAN  vem  questionar a  Câmara  Municipal,  por intermédio da Mesa da Assembleia, se tem conhecimento do acima relatado; se o CROACS/CMS tomaram já alguma acção para ajudar o animal, e se o CROACS/CMS tomaram já alguma acção no sentido de identificar o responsável pelo animal, nomeadamente, em articulação com as forças de segurança.»

Após a divulgação e o apelo, Maria Pereira Teixeira actualizou a situação a 30 de abril: «Finalmente depois de tantas denuncias feitas, hoje lá apareceram, eram muitos, SEPNA, Veterinária do Canil do Seixal acompanhada de um colega.»

No entanto, após avaliação do animal, «vai continuar a viver ali porque o espaço até está limpo, o Péres não tem carraças (tinha uma na orelha mas estava morta disse a Sra Doutora) é daquele tipo de carraças super cola 3 que não caiem.

Não tem pulgas, não está em risco não existe lei que proíba estar acorrentado, a magreza pode ter a ver com a doença (qual doença? terá tratamento? ali não vai ter).»

O tutor do cão apareceu e obteve indicações da médica veterinária sobre a dose diária de alimentação mas a moradora ficou «’PROIBIDA’ de alimentar o Péres durante uma semana, porque me posso meter em trabalhos e eles vão voltar para ver a evolução do Péres (que não evoluiu em 10 anos numa semana …).»


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