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PALMELA – Vinhas distinguidas

Foram anunciados no Domingo, dia 2 de setembro, os grandes vencedores do concurso Melhor vinha 2018. Medalha de ouro vai para Filipe Palhoça Vinhos.

Organizado pela Associação das Festas de Palmela/Festa das Vindimas em parceria com a AVIPE – Associação de Viticultores de Palmela e a CVRPS – Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal, o concurso Melhor Vinha 2018 tem como objetivo a promoção de uma viticultura de qualidade, sustentável e ecológica na região de Setúbal. Para esse efeito, foram premiadas as vinhas que, pela sua gestão técnica ao longo de todo o ciclo vegetativo, fossem uma referência.

Ao contrário do habitual, em que vemos vinhos a serem premiados, desta vez o destaque foi para as vinhas. A concurso só podiam estar vinhas plantadas há três ou mais anos, com pelo menos 1 hectare de vinha, localizadas na região demarcada da DO Setúbal, DO Palmela e da IG Península de Setúbal.

O júri, constituído por Maria João Camolas (Comissão da Festa das Vindimas), Iva Almeida (SAPEC), João Palhoça (AVIPE), Henrique Soares (CVRPS) e Manuel Meireles (DRAPLVT), avaliaram no passado dia 30 de agosto as parcelas de vinha a concurso, optando por dar o 1o prémio a uma vinha de Filipe Palhoça Vinhos, a Quinta da Invejosa, no Poceirão. A medalha de prata coube á vinha de Luís Caro, na Agualva, enquanto que a de bronze ficou com a Quinta da Falumina, na Carregueira, todas da casta Castelão. A par das classificações técnicas, houve ainda espaço para distinguir a PORVID, com a sua vinha em Pegões de casta Rufete, com o título Vinha amiga do ambiente, pelas suas práticas ambientais positivas e exemplares.

Sendo o vinho o resultado do trabalho que chega ao consumidor, não é de estranhar que seja nele que os produtores concentrem mais energias, deixando para trás vinhas exploradas em excesso e sem eficiência, o que pode comprometer a sustentabilidade das terras e das videiras. Em declarações ao Diário do Distrito, Henrique Soares presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal optou por destacar isso mesmo, pois repara que “os produtores falam naturalmente mais no vinho, masprecisamos de dar outra atenção às vinhas” lembrando que “sem uvas não há vinho”.



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