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Palmela | Notas da Arrábida inspiram criação de Norah (c/fotos)

“Amor”, é o principal ingrediente que Cláudia Silva, fundadora da Norah, emprega em cada produto que confeciona. É esse o mote do seu trabalho, porque ama o que faz e faz o que ama, em conjunto com outra profissão, a de atriz.

Este amor surge pela sua curiosidade e preocupação com o que comia e colocava na pele, aliada ao estudo do herbalismo e aromaterapia, que, na pandemia, tempo do nascimento da Norah, se juntaram ao interesse pela cosmética.

Inicialmente, a produção era feita “para família e amigos”, que foram, por sinal, os principais impulsionadores da comercialização e, confessa Cláudia, o sucesso superou as expectativas. As coisas “foram evoluindo” e existiu a necessidade da procura de um laboratório e da certificação, que encontrou em Palmela.

Norah… Norah foi uma curandeira, ouviu Cláudia dizer… A curandeira que ela havia sido em outra vida. Daí, o nome, em forma de “homenagem”, até porque foi com esse processo que se deram os primeiros passos, com a fundadora a “estudar e formular” diretamente para os mais próximos os produtos e ingredientes adequados a cada problema.

A Arrábida foi o “berço” do projeto. Foi na serra que Cláudia ponderou e planificou a sua marca, com a “inspiração no cheiro, na cor” e em tudo o que sente quando lá está. Também essa essência está patente nos produtos que comercializa.

O alcance, “a nível nacional” foi conseguido “através da página nas redes sociais e de boca em boca”, com Norah a produzir também para empresas parceiras, com a colaboração da irmã, Ana Silva, que faz o design.

Os seus produtos são procurados e usados por “todas as pessoas”, que apresentam necessidades diferentes e, com esta marca vegan, cruelty free, sustentável e, na sua maioria, biológica e que procura “comércio justo” e regional, a consciência da população prevalece e procuram por algo que ofereça estas características, inspirada também, em todo o processo, “nas estações do ano”.

Pensou-se em tudo o que, normalmente, são “problemas recorrentes”, no couro cabeludo e no corpo, e, daí, experimentou-se e confecionou-se, com a primeira “cobaia” a ser a própria fundadora e a dar também a várias pessoas depois disso para testarem.

Tudo tem que ser pesado “aos miligramas”, num “processo minucioso”, equiparado ao de uma “receita de culinária” – tem que se escrever, fazer, rever e acetar, matematicamente, com Cláudia a revelar ter tudo escrito “à mão”, em “vários livros”, que guarda.

O tempo do processo “é relativo”. Por exemplo, uma “encomenda de 1500 desodorizantes demora cerca de 1 semana, desde o início ao embalamento”. Há uma vasta oferta de produtos, mas destaca-se na procura o “shampoo sólido, sabonetes, cremes e séruns de rosto”.

Cláudia Silva gostava que, com a Norah, as pessoas “sentissem a natureza” e reconhecessem “as propriedades magnificas” de todos os ingredientes que compõe a receita de cada produto. Norah foi uma curandeira do passado, mas esta recente marca oferece soluções para o presente, a pensar no futuro.


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