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Palmela divulga várias medidas de prevenção para o novo ano letivo

Na reunião camarária de Palmela desta quarta-feira, foi discutido o tema mais quente da atualidade: o início do ano letivo.

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Na reunião camarária de Palmela desta quarta-feira, foi discutido o tema mais quente da atualidade: o início do ano letivo.

Dentro desta temática, o Vereador Adilo Costa informou que o ano letivo vai iniciar-se “no dia 17 de setembro, e estamos convictos de que tomámos as medidas necessárias para que o mesmo possa decorrer de forma tranquila e segura para a nossa comunidade educativa”.

Distribuição de materiais de proteção

“Iremos distribuir máscaras reutilizáveis para os alunos do primeiro ao 12º ano de escolaridade, num valor de 12 mil e 795 euros. A autarquia realizou ainda a aquisição de 60 tapetes desinfetantes, com o objetivo de os colocar nas entradas de cada edifício escolar“, revelou.

Além disso, a Câmara Munipal de Palmela assegurou a “distribuição de um kit com duas máscaras, desinfetantes, e folhetos informativos a cada um dos 63 assistentes operacionais a exercer funções nos nossos jardins de infância“. Existirá também uma “testagem das auxiliares de ação educativa afetas à educação pré-escolar, dos refeitórios e dos motoristas afetos a transportes escolares“.

Adilo Costa sublinhou a ação de “distribuição de termómetros por infravermelhos aos jardins de infância que necessitam, tal como o fornecimento de refeições aos alunos carenciados desde março até aos dias atuais e para o inicio do ano letivo“.

Organização e caminhos de circulação

Relativamente à organização e funcionamento das escolas a partir da próxima semana, “estão a ser organizados horários de entrada, desfasados por ano de escolaridade, nos intervalos e nas refeições. Ao nível destas, estão também a ser encontrados espaços alternativos, também por take-away, sempre que se justifique.

Foram marcados os circuitos de circulação dentro das escolas e delimitados os espaços específicos de recreio para cada grupo. A grande dificuldade, não escondamos, prende-se à organização das salas de aula, de forma a garantir o distanciamento recomendado, nomeadamente nas escolas de segundo ou terceiro ciclo“.

O Vereador revelou que “na segunda-feira existiu a oportunidade de reportar ao secretário de estado, o facto da DGESTE não ter respondido aos nossos agrupamentos sobre o reforço de assistentes operacionais para assistência dos alunos com necessidades especiais”.

A autarquia distribuiu ainda “cerca de 30 portáteis e 75 hotspots para alunos com carências económicas, para os 3 agrupamentos de escolas, num valor de 16 mil 630 euros, tendo procedido também à colocação de uma webcam e auscultador por sala, associados aos computadores fixos existentes, e um fornecimento em conjunto de colunas, no valor de 12 mil e 500 euros”.

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