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Países pobres terão direito a 200 milhões de vacinas contra a Covid-19

Os laboratórios científicos Sanofi e GSK vão disponibilizar 200 milhões de doses da sua vacina contra a Covid-19 ao programa Covax, lançado pela Organização Mundial da Saúde.

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Os laboratórios científicos Sanofi e GSK vão disponibilizar 200 milhões de doses da sua vacina contra a Covid-19 ao programa Covax, lançado pela Organização Mundial da Saúde.

Segundo o comunicado lançado pela Sanofi e a GSK, estas dizem ter “firmado uma declaração de intenções com a Aliança para as vacinas (Gavi), visando garantir a cada país participante um acesso justo e equitativo a possíveis vacinas contra o SARS-CoV-2”.

Ou seja, “pretendem disponibilizar 200 milhões de doses da vacina de proteína recombinante adjuvante contra o novo coronavírus, caso seja aprovada pelas autoridades regulatórias e sob reserva de adjudicação de contratos”.

Os primeiros resultados da vacina que está a ser desenvolvida pelas duas empresas poderão ser conhecidos já em dezembro, existindo a expectativa de “poder lançar um teste de fase III antes do final do ano”.

Se os dados desses testes forem “suficientemente convincentes para registar um pedido de aprovação, um pedido de aprovação regulatória deve ser submetido às autoridades de saúde no primeiro semestre de 2021”, pode ler-se.

No total, 184 países aderiram até agora ao mecanismo internacional de compra e distribuição de vacinas: 92 países de rendimentos baixos e médios que receberão as doses gratuitas e 92 países de ” rendimento alto” que passarão pela Covax para se abastecerem, mas terão de pagar pelas doses do próprio bolso.

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