Ordenado exigido pelos motoristas pode ser rejeitado pela Antram

A Antram rejeitou o valor proposto pelos motoristas de ordenados mensais de 1200 euros. A associação de empresas de transportes continua a negociar condições salariais em três frente. Os patrões e o sindicato dos motoristas de matérias perigosas realiza-se na próxima terça-feira.

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Não estão reunidas as condições para que a Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) possa aceitar o aumento do salário base dos motoristas para os 1200 euros. A afirmação não foi, ainda, divulgada aos representantes do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas, mas tudo encaminha-se que seja anunciada na próxima terça-feira na reunião que a associação irá ter com a SNMMP.

Gustavo Paulo Duarte, presidente da Antram, afirmou na saída da primeira reunião com a federação de sindicatos do sector, a Fectrans, que não estão reunidas as condições para aumentar o ordenado base dos motoristas.

Segundo a edição online do Público o presidente da Antram justificou que “não existem motoristas de primeira e de segunda e estes motoristas têm já um subsídio de risco, de cerca de 150 euros por mês”, afirmando ainda que <<esse nível salarial não é pago nem na Alemanha>>.

A reunião com o SNMMP está marcada para o dia 7 de maio, vai ser realizada no Ministério da Habitação e das Infraestruturas.

A Antram está atualmente a negociar com três sindicatos, para além da Fectrans, está a negociar com o SNMMP e com o SIMM, este último que realizou a greve na semana a seguir à Páscoa, a reunião será feita no dia 13 de maio.

Lamenta que a greve seja a arma de arremesso dos motoristas

Gustavo Paulo Duarte só lamenta que a greve esteja a ser utilizada como <<pressão>> quando, na sua opinião, deveria ser <<o último reduto>> quando a negociação falha, o que não é o caso. A Fectrans arrancou na passada sexta-feira com o processo negocial de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) processo esse acordado em setembro último. Ambos os organismos acreditam haver condições para evoluir nos acordo existente.

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