Opinião

OPÇÃO SUÉCIA, É URGENTE DEBATER!

Estou a escrever no dia em que a Suécia teve mais um registo diário de zero mortes por covid-19 e apenas 188 novos casos, enquanto Portugal teve 10 mortes e 770 novos infectados.

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Se este número objectivo não o faz pensar duas vezes sobre que opção devemos escolher no combate à pandemia, espero que o resto do texto o faça.

Desde o início que pertenço ao grupo dos que tem uma atitude diferente perante o coronavírus, pois, independentemente da sua perigosidade, que é real, considero que muita coisa está mal contada e que estão a promover um medo dantesco e injustificado na população, seja porque o governo não tem conhecimentos suficientes sobre este vírus, seja porque o governo quer mudar leis e direitos, como já fez e está a fazer, sem ter qualquer contestação.

Também tenho uma opinião diferente daquela que o governo tem relativamente à melhor opção de combate à pandemia, que, na minha opinião, está a ser um verdadeiro desastre em todos os sentidos, quer na saúde quer económico.

E não sou daqueles que considera que o vírus nasceu de uma conspiração chinesa, mas, hoje em dia, tenho a convicção de que o medo da pandemia, que foi propagado e que está instalado na nossa sociedade e no mundo, está a ser aproveitado por muitos governos e homens de negócios sem escrúpulos.

Após falar com alguns especialistas da área da saúde, a minha convicção sobre a imperatividade de utilizarmos um meio termo entre o que a Suécia fez e o que o resto do mundo fez no combate à pandemia, ficou reforçada, pois é o caminho mais correcto e seguro para a população.

Para exemplificar as opções absurdas do governo e do medo que tem sido promovido, relembro que em Março e Abril uma parte da população recusou-se a sair de casa, outra ia fazer compras ao supermercado com uma indumentaria parecida à que vemos em filmes de ficção científica e os restantes desinfectavam os carrinhos das compras, usavam luvas, máscaras e quando chegavam a casa retiravam todas as roupas, com medo do vírus, e ainda voltavam a desinfectar todas as compras que tinham feito.

Hoje em dia, quase ninguém faz nada disso, mesmo havendo muitos mais casos positivos e um maior número de mortes diárias, é estranho, não acha?

Mas se os factos não conseguem fazer as pessoas perder o medo e questionar se tudo aquilo que o governo está a fazer no combate ao coronavírus tem alguma lógica, reitero que alguém tem de saber explicar como é que as centenas de milhares de pessoas que diariamente utilizam o avião e os transportes públicos (sem distanciamento social), ou frequentam os centros comerciais, ou aqueles que participam nos eventos que têm sido realizados por todo o país, ou os que têm estado com amigos na rua e em cafés, não provocaram uma avalanche de casos positivos ou mortes em massa.

E à “pergunta do milhão de euros”, que parece que ninguém quer responder: como é que é possível que um vírus tão letal e de tão fácil propagação tenha deixado de matar há 5 dias consecutivos na Suécia, mesmo havendo diariamente novos casos naquele país?

O medo será a maior pandemia com a qual nos iremos deparar durante muito tempo, pois está a ser complicado mudar o “chip”, excepto se colocarem um “chip” na vacina que nos querem impingir, que querem administrar sem estudos suficientes e que irá, com certeza, matar mais do que o covid-19.

E é esse medo que nos trará pobreza, fome e a perda de direitos que custaram décadas a ganhar, tudo porque não adoptámos, pelo menos, o meio-termo do modelo da Suécia no combate à pandemia.

Por tudo isto, é preciso deixarmos o povo português debater se quer mudar o combate à pandemia, utilizando o meio-termo do modelo da Suécia, ou se aceitamos morrer da “cura” que o governo nos quer dar.

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