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Opinião

O Saneamento da Democracia

A entrada do CHEGA na Assembleia da República em 2019, na pessoa do Dr. André Ventura, levantou os arautos da esquerda em prenúncio do regresso da extrema-direita à casa mãe da democracia.

De imediato, os autoproclamados guardiões da democracia, filhos do P.R.E.C. e presunçosamente legítimos herdeiros da Assembleia Constituinte de 1976, apressaram-se a catalogar o CHEGA de populista, racista, xenófobo e outros tantos aforismos, que ficam bem na ponta da língua para camarada ver.


A eleição de 12 deputados à Assembleia da República em janeiro do presente ano, tão-pouco veio refrear os ânimos persecutórios. Mesmo que se repita que «foram quatrocentos mil eleitores a votar em nós», os mesmos arautos de sempre, os tais protetores da democracia, parecem ignorar a voz legítima destes portugueses que desejam uma mudança profunda para o seu país.

Alguns preferem ignorar, outros optam por ostracizar, e outros ainda, preferem estupidificar quatrocentos mil portugueses. E a este Estado da Nação, eles chamam de «saudável democracia».

Os principais órgãos de comunicação social converteram-se também a essa legião de pseudo guardiões da democracia, ora ufanando os impropérios contra o CHEGA, ora distorcendo a sua imagem perante os espectadores com reportagens carecedoras de rigor jornalístico. E o Estado, impassível, demite-se das suas funções contrariando a disposição enunciada na Constituição no art. 38º nº4, em que lhe é atribuída a função de assegurar a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político.   

Mas não se trata só do CHEGA! A censura estendeu-se a outras esferas da sociedade, a onde não reina o pensamento dominante. As famílias Mesquita Guimarães de todo o nosso país, sabem hoje que o cerco à educação dos seus filhos aperta a cada dia que passa e que o Estado, já visado acima, contrariou também a disposição constitucional «Liberdade de aprender e ensinar» dos nossos concidadãos, estatuída no art. 43º nº 2, que veda a possibilidade ao Estado de programar a educação dos nossos jovens sob quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas. 

Portugal é hoje um país cada vez mais empobrecido e nos dias que correm agravam-se os problemas nos serviços públicos de saúde. Porém, ao Governo e à bancada parlamentar que o sustenta nada disto interessa discutir. Atingimos já o cúmulo de o Presidente da Assembleia da República inviabilizar um debate de urgência, cuja finalidade seria discutir os problemas reais que o país atravessa.       

É caso para dizermos que a Democracia em Portugal corre hoje sérios riscos. Aqueles que aos dias de hoje querem apagar o 25 de setembro dos nossos calendários, esquecem-se que o 25 de abril não existiria sem aquela data concretizadora. Como sempre, desde o início da nossa formação, o CHEGA cá estará para combater politicamente e nas devidas instâncias legais, os ataques que visam sanear as vozes patriotas da Democracia.       

Nuno Pires, Coordenador do núcleo concelhio do Montijo do Chega


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