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Nuno Canta refuta acusações sobre actuação dos Bombeiros do Montijo em incêndio urbano

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A reunião do executivo camarário do Montijo teve esta noite como ‘assunto de fundo’, a actuação dos Bombeiros do Montijo no incêndio que ocorreu no dia 20 de Janeiro, no n.º 12 na Rua Machado Santos.

Esta começou com acusações do vereador João Afonso (PSD) de que “o que aconteceu no Montijo é significativo da gestão do PS, porque enquanto dois fogos ardiam, o executivo executava mais uma ação no pantanal financeiro que é a Casa da Música Jorge Peixinho”.

O vereador social-democrata frisou que “os bombeiros do Montijo fizeram o que puderam naquela situação, mas as carências ficaram bem patentes, isto porque já não somos uma aldeia grande, mas uma cidade. Temos zonas de alto risco no Montijo, desde o Fórum Montijo às autoestradas, passando pela zona histórica.”

João Afonso referiu ainda a questão de que “todos os meses nos Bombeiros do Montijo são recusadas dezenas e dezenas de pedidos de emergência, é verdade que não se podem acudir a todas, mas os pedidos recusados são acima do que seria desejável.

Das quatro ambulâncias no Montijo, normalmente estão a funcionar duas por falta de pessoal e de dinheiro para o pagar, sendo que grande parte do serviço é assegurada por voluntários.

Faltam de equipas profissionais, embora já tenha sido aprovado o apoio pela autarquia, temos uma grande carência de veículos de combate a incêndios florestais, faltam equipamentos respiratórios, e naquele incêndio foi necessário requisitá-los aos bombeiros de Alcochete.

O quartel está decrépito, a necessitar de obras, porque se falharam as candidaturas a apoios.

Precisamos de fazer um ponto da situação em relação à Proteção Civil perante uma comunidade de 400 mil pessoas.”

Nuno Canta refutou as acusações e garantiu que “no local interveio uma panóplia de instituições, de forma coordenada, e não como afirma o vereador, de forma desordenada, que incluiu os Bombeiros do Montijo e de Alcochete, os serviços da Segurança Social e da CCPJ, a PSP, entre outros”.

Relativamente à questão com os Bombeiros, Nuno Canta apontou o dedo “à intervenção sem cuidado dos partidos da oposição dentro da estrutura, e em particular do vereador João Afonso, porque o senhor é um dos culpados da ruptura na corporação.

O problema dos bombeiros envolve a direção da Associação Humanitária e não é falta de dinheiro, sendo que a Câmara Municipal já atribuiu o valor máximo que podia atribuir-lhes, mas concordo que temos um problema com a gestão da Associação, e isso tem gerado muitos problemas.”


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