MontijoReportagem

Número de casos de covid19 no Montijo voltou a aumentar

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A reunião pública da Câmara do Montijo desta quarta-feira, ainda a realizar-se no Cinemateatro Joaquim d’Almeida, iniciou-se com nova declaração de Nuno Canta sobre a actual situação da pandemia de covi19, e “a nova vaga, agora na população mais nova”.

O presidente da autarquia referiu ainda que “uma quarta vaga parece estar à nossa frente. No concelho registam-se cerca de 191 casos activos por 100.000 habitantes, o dobro do registado na anterior avaliação, o que nos deixa muito preocupados”.

Em relação aos óbitos, Nuno Canta explicou que “desde o início da pandemia temos a lamentar 93 mortes, duas das quais nesta última vaga”, e deixou o apelo para que “a população adira ao programa de vacinação em massa”.

Sobre este assunto o vereador Carlos Almeida (CDU) solicitou ao presidente “que a cada reunião, nos apresente dados concretos sobre o número de novos casos e de óbitos”, o que o presidente aceitou fazer no futuro “assim tenha os dados”.

Entre outras informações apresentadas pelo executivo, o vereador José Manuel Santos (PS) referiu mais um ’episódio’ da situação que opõe a D. Alda Marques ao Juventude Sarilhense, “em que o presidente do Clube, Tiago Fernandes, foi contactado pelo irmão da senhora que afirmou que esta estaria disposta a aceitar a casa que o Clube lhe propunha.

Foi falar com a D. Alda, acompanhado da técnica da Câmara Municipal que tem vindo a seguir esta família desde 2008, mas foram recebidos com uma certa agressividade e com a recusa desta na casa, reiterando que obedece às indicações da advogada e pretende receber a indemnização.”

Na sua intervenção, Nuno Canta referiu também o processo de “preservação da memória do antigo poço da Praça 1.º de Maio, originário da primeira metade do séc. XVI e está registado em algumas fotografias. Foi feito um levantamento arqueológico, e saúdo os técnicos que o realizaram, e cujo local será assinalado, porque se tratar de uma zona de passagem automóvel.”

Também neste assunto Nuno Canta não deixou de lançar algumas farpas à “oposição arrogante e que se julga acima da lei, que usaram este assunto para tirar fotos e até chamar ao local as autoridades, quando os trabalhadores da autarquia ali se encontravam, para impedirem as obras, um comportamento que fica para memória futura.”

Após a discussão sobre a queixa-crime levantada ao vereador João Afonso (PSD/CDS-PP), conforme o Diário do Distrito já noticiou, o vereador Carlos Almeida (CDU) questionou sobre a veracidade “de comentários que surgiram nas redes sociais e que dão conta de atritos, que levaram à intervenção da PSP, aquando da atribuição de casas sociais, ao que José Manuel Santos garantiu não ter conhecimento de qualquer intervenção da PSP ou desentendimento.

O vereador comunista exortou também o presidente a “apresentar os processos jurídicos dos quais constantemente acusa a oposição e refere ter sido alvo, bem como tem afirmado ter sido ilibado”, ao que Nuno Canta respondeu não ter de o fazer “porque esses processos são feitos contra o cidadão ‘Nuno Ribeiro Canta’ e não contra o presidente, pelo que tenho o direito de preservar a minha privacidade, mas digo-lhe nos olhos que o meu registo criminal está limpo.”

Todas as propostas a votação na reunião desta quarta-feira, na maioria atribuição de apoios financeiros a entidades e instituições, entre elas à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Montijo para suportar os encargos com a aquisição de equipamento para as camaratas, foram aprovadas por unanimidade.

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