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‘Novo’ dinossauro português com 130 milhões de anos passeou no Cabo Espichel

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Mais de 130 milhões de anos depois de andar a passear por Cabo Espichel, Sesimbra, o ‘Iberospinus natarioi‘ (espinho ibérico) recebe agora honras de descoberta paleontológica.

Tudo começou em 1999, quando o paleontólogo amador Carlos Natário descobriu alguns fósseis do animal, nomeadamente uma queixada, que na altura causou espanto e é agora considerada ‘única’.

Agora o ‘espinho ibérico’ foi apresentado através de um comunicado da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa, que dá a conhecer os resultados de escavações adicionais às realizadas por Carlos Natário, entre 2004 e 2008, e onde foram encontrados novos ossos.

Este ‘novo’ dinossauro está associado aos dinossauros espinossaurídeos, que os paleontólogos classificam como «aquáticos», com uma dieta à base de peixe.

O estudo resultante das escavações foi publicado na revista científica PLOS ONE, pelos paleontólogos Octávio Mateus e Darío Estraviz-López, da faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã.

Entre outras características, o Iberospinus tem uma configuração da mandíbula considerada única, «com canais internos diferentes e uma ponta da mandíbula reta», em vez de apontar para cima, como acontece em dinossauros semelhantes.

Apesar de pertencer ao grupo dos espinossaurídeos, o Iberospinus natarioi não teria nas costas uma vela como a do Spinosaurus e não possuía as adaptações extremas que outros membros do grupo poderiam ter para se movimentar


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