Necessidade ‘urgente’ de novos trabalhadores no Arsenal do Alfeite

A Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite alerta para a necessidade de mais trabalhadores cuja contratação está dependente da autorização do Ministério das Finanças.

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A Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite alerta para a necessidade de mais trabalhadores para uma empresa que desde a transformação em sociedade anónima perdeu 219 trabalhadores.

O alerta vem na sequência de novo adiamento na contratação de 42 novos trabalhadores, que estavam previstos desde 2017, e que continua a aguardar a autorização do Ministério das Finanças.

Os trabalhadores alertam em comunicado divulgado pelo jornal «AbrilAbril» que o Arsenal do Alfeite «enquanto concessionário do serviço público da actividade construção, manutenção e de reparação dos navios, sistemas de armamento e de equipamentos militares, o Estaleiro Arsenal do Alfeite necessita urgentemente de novos trabalhadores para conseguir honrar o contrato de serviço público com o Estado».

A Comissão de Trabalhadores denuncia ainda que, desde o dia 1 de Setembro de 2009, data da passagem do Arsenal do Alfeite a sociedade anónima e em que saíram «metade dos trabalhadores do Estaleiro», a evolução «tem sido sempre a descer».

Depois de terem perdido 219 trabalhadores, «está prevista para este ano a saída de mais um número muito significativo de trabalhadores para a aposentação», tendo em conta que Dezembro de 2017, cerca de 400 trabalhadores tinham entre 40 e 64 anos, considerando ainda que «neste momento os 42 trabalhadores previstos já não são suficientes».

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