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Músico Waldemar Bastos morreu aos 66 anos

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O músico angolano Waldemar Bastos, de 66 anos de idade, morreu na madrugada desta segunda-feira em Lisboa, vítima de cancro, confirmou uma fonte do gabinete de comunicação do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola.

Nascido na cidade de M’banza Kongo, província do Zaire, o cantor, galardoado com o prémio de New Artist of the Year nos World Music Awards em 1999, estava em tratamentos oncológicos há um ano, refere a tutela angolana.

Com 28 anos, foi para Portugal, onde se instalou e deu sequência ao seu trabalho artístico. De lá conseguiu entrar em outros mercados europeus.

Ao longo de 40 anos de carreira, Waldemar Bastos foi distinguido com vários prémios nacionais e internacionais e o disco “Preta Luz”, lançado em 1998, foi considerado pelo jornal norte-americano New York Times como um dos melhores da década de 1990.

Em 2018, o músico foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, a mais importante distinção do Estado angolano nesta área.

Waldemar Bastos foi o único não fadista a cantar na cerimónia de transladação, no Panteão Nacional, em Lisboa, do corpo de Amália Rodrigues, de quem era amigo.

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