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Mundo | Vacinação contra Covid-19: estudo reafirma segurança durante a gravidez

Um novo estudo, do Instituto de Investigação do Hospital Pediátrico da Colúmbia Britânica, no Canáda, veio reafirmar que as mulheres grávidas podem levar a vacina contra a Covid-19 em segurança.

Esta investigação, que contou com a participação de quase 200 mil pessoas, deita por terra a ideia de que vacinas como as da Moderna e Pfizer, inoculações com AR-mensageiro, poderiam ter consequências negativas durante a gestação.


O estudo foi realizado com vários grupos de mulheres, entre eles as mulheres grávidas vacinadas, grávidas não vacinadas e mulheres não grávidas vacinadas. A conclusão a que se pretendia chegar era a de que diferenças nos efeitos se tem, consoante os grupos, após a toma da primeira dose.

Nas mulheres grávidas, todos os efeitos secundários foram semelhantes aos da restante população: dor no local da injeção, dores musculares e de cabeça e, em alguns casos, febre.

Segundo o instituto sediado no Canáda, não existe “aumento do risco de complicações na gravidez, abortos espontâneos, partos prematuros ou efeitos adversos nos fetos após a vacinação”.

Conforme noticiado por todo o mundo, a vacinação protege contra as formas mais graves da doença e várias entidades e agência têm deixado, ao longo destes dois anos, este facto sublinhado, como é o caso, por exemplo, da Agência Europeia do Medicamento (EMA).


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