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Movimento Cívico SOS Sado interpôs nova Providência Cautelar para suspender dragagens

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O movimento cívico SOS SADO interpôs nova Providência Cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada com vista à suspensão do Projecto de Melhoria das Acessibilidades Marítimas ao Porto de Setúbal.

A informação é adiantada na página do Facebook deste movimento, e onde é também feita a denúncia de que a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), está a avançar com a destruição «da parte submersa do maciço rochoso da Pedra Furada – um monumento geológico com cerca de 2 milhões de anos».

Segundo o Movimento, esta acção está a decorrer «aparentemente sem qualquer tipo de acompanhamento por parte das entidades competentes e sem nada o fazer prever, deu início aos trabalhos preparatórios da obra».

Na página fica também o aviso de que «estamos a preparar um outro passo muito importante e para o qual vamos precisar da ajuda de todas e todos, pelo que vos pedimos que se mantenham atentas e atentos a esta página. Seguimos juntos nesta luta!».

O Movimento também se está a constituir em Associação, conforme o Diário do Distrito noticiou, depois do Tribunal Administrativo de Almada não ter aceite a anterior providência cautelar por não reconhecer ‘personalidade jurídica’ ao Movimento que a interpôs.


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