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Moscatel comprado pela autarquia de Setúbal foi ‘oferta’ para trabalhadores

Maria das Dores Meira explica aquisição de 1.700 garrafas de Moscatel

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Maria das Dores Meira volta a utilizar as redes sociais para explicar uma polémica que surgiu precisamente nos mesmos meios, sobre um ajuste directo realizado em Dezembro pela Câmara Municipal de Setúbal na compra de 1.700 garrafas de Moscatel Roxo a uma empresa, no valor de cerca de 11.000 euros.

A presidente da autarquia sadina usou novamente as redes para criticar «aqueles elementos das redes sociais que se notabilizam apenas por atacar quem na autarquia tem trabalhado em prol da cidade e do concelho.

Já estamos habituados a estes comentários vindos de quem nunca fez nada por Setúbal», adiantado que «face ao período pré-eleitoral em que vamos entrar, vão-se intensificar estes ataques baixos e reles. Nada de novo, portanto.»

Acusando ainda os autores da polémica de «profissionais da calúnia e da má língua», a edil explica que as garrafas foram compradas «para oferecer a todos os trabalhadores da câmara, para repor stocks para ofertas institucionais a quem nos visita e para venda em espaços municipais» e mais adiante volta a indicar que a compra foi «uma prenda para os trabalhadores municipais, publicitada com toda a transparência no portal das compras públicas, sem necessidade de disfarces».

Em seguida, Maria das Dores Meira enumera algumas das recentes obras públicas realizadas no concelho e novamente aponta o dedo aos «profissionais da má-língua, partidariamente inspirados, o que fizeram? Nada» e garante estar de «consciência tranquila».

A autarca responde ainda às críticas sobre o valor gasto, frisando que os críticos «ignoram deliberadamente o apoio alimentar e de outros tipos que a autarquia tem dado a centenas de famílias. Sabem que assim é, mas preferem tapar o sol com umas garrafas de moscatel.»

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