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Morreu actor e encenador Juvenal Garcês

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Faleceu na madrugada desta terça-feira o actor e encenador Juvenal Garcês, na ilha da Madeira, onde nasceu a 31 de maio de 1961 na Ribeira Brava.

Juvenal Ventura Garcês iniciou-se no Teatro Experimental do Funchal e estreou-se como profissional em 1980, na peça Baal de Bertolt Brecht, encenada por João Lourenço.

Até 1990, foi actor em vários espetáculos, e também foi dirigido por Filipe La Féria, na Casa da Comédia, nomeadamente em A Marquesa de Sade, de Yukio Mishima, e Electra, de Marguerite Yourcenar.

No ano de 1990 uniu-se ao encenador Mário Viegas para fundar a Companhia Teatral do Chiado, e destacam-se os papéis que desempenhou, como A Birra do Morto, de Vicente Sanches – Nápoles Milionária e A Arte da Comédia, de Eduardo de Filippo – Enquanto se Está à Espera de Godot, de Samuel Beckett – O Ensaio de um Sonho, de August Strindberg e Ingmar Bergman – A Grande Magia, de Eduardo de Filippo – Uma Comédia às Escuras, de Peter Shaffer

Com encenação de Filipe Crawford, participou também no espetáculo Um Suicídio Coletivo, da autoria de Peppino de Filippo.

Após a morte de Mário Viegas, em 1996, assumiu a Direção Artística da Companhia Teatral do Chiado e passou a ser o seu encenador principal.

 

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