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MONTIJO – Primo reclama corpo de professora assassinada pela filha adotiva

Um primo com quem Amélia Fialho não tinha contacto terá reclamado o corpo da professora assassinada pela filha adotiva e pelo genro na semana passada. O homem já fez testes que comprovam ser familiar da vítima.

O corpo de Amélia Fialho, a professora de 59 anos e que foi assassinada pela filha, Diana Fialho, de 23 anos, e pelo genro, Iuri Mata, de 27 anos, foi reclamado por um primo que reside na cidade de Vendas Novas. O homem já realizou os testes que comprovam ser familiar da vítima e o funeral da professora está agendado para as 15h30 desta quinta-feira naquela cidade, onde será sepultado perto dos país de Amélia Fialho.



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