Moita e Seixal o contratempo do projeto do novo aeroporto no Montijo

Moita e Seixal continuam a ver o aeroporto complementar no Montijo como um projeto que não servirá o país.

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Foi durante uma audição parlamentar que os dois presidentes de câmara comunistas da Moita e do Seixal reafirmaram estar contra uma vez mais ao projeto do novo aeroporto complementar no Montijo.

Os presidentes de câmaras comunistas adiantaram que “é um erro construir um novo aeroporto no Montijo“, já a câmara do Barreiro (PS) apoia o projeto para a zona da BA6 e diz mesmo que é um projeto que vai desenvolver toda aquela região da margem sul do Tejo.

Rui Garcia, autarca da Moita, frisou hoje no Parlamento que “A Câmara Municipal da Moita continua a opor-se ao projeto do novo aeroporto no Montijo“, o autarca defende que para além dos impactos ambientais também é prejudicial para as populações.

O presidente que falou hoje na audição sobre a Avaliação de Impacto Ambiental do Aeroporto do Montijo e o Alargamento do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, disse ainda que o projeto a ser colocado no Montijo é uma escolha a curto prazo e não irá resolver os problemas existentes, irá ainda criar mais.

Joaquim Santos, autarca (CDU) no Seixal, sublinhou na sua intervenção que a construção do novo aeroporto na BA6, no Montijo, é um erro que o país vai cometer pela segunda vez.

A verdade é que nos arriscamos a avançar com esta solução e ter uma Lisboa duas vezes, com aviões a sobrevoar a baixa altitude em Lisboa e também na margem sul do Tejo. Para nós é inaceitável quando existem outras soluções com menos impactos nas populações e no meio ambiente“, disse.

Para ambos a solução passa pelo Campo de Tiro, em Benavente, onde a opção técnica, económica e financeira será melhor.

Já Frederico Rosa, autarca do Barreiro (PS), salientou que o projeto do Montijo poderá contribuir para a “atenuação de desigualdade entre a margem norte e sul“, potenciando assim mais desenvolvimento económico e de investimentos para toda a região.

Temos desemprego em gerações já com 30 e 40 anos, por isso temos a obrigação de dar respostas e de executar. É também para estas pessoas que temos de dar respostas. O emprego, o desenvolvimento e o investimento são fundamentais“, frisou.

Para a Moita, o argumento do emprego já está “obsoleto” e não justifica os impactos ambientais negativos causados à população.

 

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