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MOBILIDADE – Governo garante segurança e manutenção em rodovias e ferrovias

O Governo rejeitou a ‘situação de alarme social’ criada pelo CDS com a denúncia de falta de obras em troços rodoviários e ferroviários, garantindo que estão a ser feitas ‘obras de manutenção e intervenções de emergência’, segundo o secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. d’Oliveira Martins, em declarações à agência Lusa este domingo.

‘O Governo está preocupado com esta tentativa insistente de criação de uma situação de alarme social com o estado das nossas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias e nada, repito, nada, justifica a criação deste clima de medo junto dos portugueses’.

Em causa está o lançamento, no sábado, da iniciativa centrista «País preso por arames», no âmbito da qual o CDS vai denunciar até ao final do ano, ‘de norte a sul do país’, a situação de afirmou o secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. d’Oliveira Martins, em declarações à agência Lusa ‘estradas, ferrovias e pontes’ sinalizadas como pontos críticos e demonstrativas das ‘escolhas de um Governo de carga fiscal máxima e de investimento público mínimo’, segundo a presidente do partido, Assunção Cristas.

Guilherme W. d’Oliveira Martins vincou, por seu lado, que ‘o Governo e IP [Infraestruturas de Portugal] têm rede nacionais de estrada e caminhos de ferro em permanente monitorização e há um pouco por todo o país obras de manutenção corrente e intervenções de emergência quando tal é necessário’.

De acordo com o governante, a IP assinou, recentemente, nove contratos de conservação rodoviária no país num total de 107 milhões de euros e terá duplicado o investimento em 2018.

Como ‘obras de emergência’ em curso o responsável assinalou a intervenção na nacional 125, no Algarve, no IC1, entre Alcácer do Sal e Grândola, a construção da ponte do Albardão, a estrada nacional 14, em Famalicão.

‘Nas próximas semanas, vamos assinar contratos para obras de maior importância como a Ponte 25 de Abril e intervenções no IP3, entre Coimbra e Viseu’, apontou, falando também em ‘obras de grande complexidade’.

Sobre o IP6, Guilherme W. d’Oliveira Martins referiu que é uma intervenção identificada desde 2006, para a qual foi lançado um concurso em março deste ano, estimando-se que a obra de 3,5 milhões de euros arranque ‘no início de 2019’.



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