Atualidadecoronavírus

Ministério Público instaurou 33 inquéritos sobre irregularidades na vacinação

- publicidade -

Até ao dia de hoje o Ministério Público já instaurou um total de 33 inquéritos relacionados com irregularidades no plano de vacinação covid-19, e destes 7 foram na área da Procuradoria-Geral Regional de Lisboa, 8 na área do Porto, 10 na área de Coimbra e 8 na área da Procuradoria-Geral Regional de Évora, refere o Ministério Público numa resposta enviada à Lusa.

«Atentas algumas questões específicas colocadas pela imprensa, esclarece-se que, para além de situações anteriormente confirmadas, foram, designadamente, instaurados inquéritos relativamente a factos noticiados relativos a instituições particulares de solidariedade social de Castelo Branco, Farminhão, Resende e Trancoso ou relacionados com a vacinação de responsáveis autárquicos de Lisboa, Portimão e Reguengos de Monsaraz».

tarot terapêutico

As «situações anteriormente confirmadas» respeitam aos inquéritos instaurados ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de Lisboa e do Porto e a factos noticiados ocorridos em Portimão (Centro de Apoio de Idosos), Segurança Social de Setúbal, Vila Nova de Famalicão, Arcos de Valdevez, Bragança, Seixal e Montijo.

A público vieram casos como a do presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, que justificou ter sido vacinado na qualidade de dirigente de um lar; o presidente da Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez e provedor da Santa Casa da Misericórdia, Francisco Araújo e de Elisabete Adrião, responsável pelo Núcleo Local de Inserção de Sesimbra e vereadora da Câmara Municipal do Seixal.

Foram ainda noticiados casos de alegados usos indevidos de vacinas no Centro de Apoio a Idosos de Portimão, no Hospital Narciso Ferreira, em Vila Nova de Famalicão, no lar da Santa Casa da Misericórdia de Bragança e na Santa Casa da Misericórdia do Montijo.

A secção regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros denunciou também várias pessoas, incluindo um padre, que foram vacinados indevidamente contra a covid-19 numa instituição de Valongo do Vouga, no distrito de Aveiro.

O Ministério Público delegou na Polícia Judiciária a investigação de irregularidades com o plano de vacinação, “por forma a potenciar um tratamento uniformizado e maior agilização na articulação com as inspeções setoriais”.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui