MIM confronta presidente da Câmara Municipal de Palmela e momento sobe de tom

Intervenção de vereadora do MIM faz subir 'temperatura' no Auditório da Biblioteca Municipal

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FOTO: Arquivo
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Foi durante a intervenção da vereadora do Movimento Independente pela Mudança (MIM), que o momento subiu de tom entre Palmira Hortense e o presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro.

“Solicitei um conjunto de esclarecimentos ao senhor presidente, designadamente a existência de um compromisso resultante da contratualização com terceiros para a construção da via de ligação entre o caminho municipal 1029 e a EN 252. Sobre o modo como estavam a ser feitas as consultas por interessados por processos urbanísticos”, salientou Palmira Hortense, acrescentando ainda o assunto da inspeção recente que a Câmara de Palmela recebeu por parte da Inspeção Geral de Finanças, acabando por acusar o edil de “proferir um conjunto de mentiras, incorreções e manipulações e que revela um puro desconhecimento dos dossiês e assuntos autarquicos“.

A resposta do presidente da autarquia não se fez esperar acusando o MIM, a vereadora, alguns meios de comunicação social entre outras instituições, até puxando à coação os desaparecidos “Zés Povinhos” de tentarem denegrir o trabalho da CDU e do seu cabeça de lista.

“Naturalmente que a minha forma de ser e responder incomoda muita gente. Incomoda V. Exa., incomoda alguns interesses instalados, se calhar também nos serviços do urbanismo no passado, e também noutros sítios, incomoda outros interesses, outras forças políticas, incomoda alguma comunicação social que tem tido paulatinamente desde as últimas eleições, desde as redes sociais, desde os Zés Povinhos, desde as coisas anónimas, uma tentativa de tentar derrubar a árvore que é mais alta, nem sequer é a CDU, mas sim o seu cabeça de lista.“, acrescentando ainda que “nós percebemos toda essa estratégia”, afirmou Álvaro Amaro.

O presidente ainda referiu que a <<estratégia do MIM>> não acrescenta nada à gestão municipal, acusando ainda o MIM de uma tentativa de denegrir quem trabalha com seriedade e com dedicação, salientando ainda que o MIM <<utiliza documentação caducada e revogada>> nas intervenções que faz nas reuniões.

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