Mensagens e campanhas de ‘ódio’ proibidas no Facebook

O Facebook vai deixar de aceitar campanhas que tenham mensagens de ódio ou afirmem a superioridade de um grupo de pessoas em relação a outro

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O Facebook vai deixar de aceitar campanhas que tenham mensagens de ódio ou afirmem a superioridade de um grupo de pessoas em relação a outro com base em origens ou outras características, anunciou hoje o diretor da empresa, Mark Zuckerberg.

Vão assim ser proibidas as mensagens de ódio nos anúncios e sinalizadas as publicações de políticos que violem as regras da rede social, numa mudança de posição relativamente à moderação de conteúdos online.

A plataforma irá também remover anúncios que afirmem que pessoas de certas origens, etnias, nacionalidades, sexo ou orientação sexual representam uma ameaça à segurança ou saúde de outros, conforme um discurso de Mark Zuckerberg divulgado através do seu perfil do Facebook.

Há várias semanas que o Facebook enfrenta uma pressão crescente da sociedade civil, bem como de alguns dos seus empregados, utilizadores e clientes, para melhor regular os conteúdos que incitam ao ódio. Mark Zuckerberg adiantou que serão assinaladas todas as mensagens de políticos que quebrem as regras da rede social, incluindo as do Presidente norte-americano, Donald Trump.

Banidas serão também as falsas alegações destinadas a desencorajar o voto, tais como histórias sobre agentes federais que verificam o estatuto legal dos cidadãos em locais de votação.

A empresa assegurou, por outro lado, estar a aumentar a sua capacidade de aplicação da lei para remover falsas informações sobre as condições dos locais de votação nas 72 horas anteriores às eleições presidenciais de novembro nos EUA.

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