Marcelo Rebelo de Sousa participou esta tarde nas cerimónias que celebraram os 25 anos da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha, com a presença de Cavaco Silva, Marcos Perestrello, secretário de Estado da Defesa, dos presidentes de Câmara Municipal de Alcochete e Montijo e de entidades militares, e que decorreram na Base Aérea N.º 6, no Montijo.

Inaugurada em Junho de 1993 e ativada em setembro desse mesmo ano a Esquadrilha de Helicópteros regista até ao momento mais de 23.000 horas de voo, 113 portos visitados, tendo passado até ao momento por esta unidade da Marinha 320 militares, que permitiram criar 26 destacamentos de voo.

No seu discurso o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Maria Mendes Calado, agradeceu a presença de Marcelo Rebelo de Sousa “que desta forma reconhece o trabalho que tem sido realizado pela Esquadrilha de forma abnegada ao serviço de Portugal.”

Deixou um especial agradecimento “ao professor Cavaco Silva, pelo empenho que teve para que a Marinha voltasse a ter asas” e um cumprimento também para “o destacamento 25 – RedBull, que neste momento se encontram em missão na Corte-Real”.

Destacou depois “o salto tecnológico obtido com a implementação desta Esquadrilha de Helicópteros que foi transversal a toda a Marinha e que a transformou profundamente, tornando-a mais uma das restritas Marinhas mundiais com aeronaves”, e também o trabalho de cooperação com as Forças Armadas e empresas no desenvolvimento de novos equipamentos para as aeronaves e na sua modernização.

O Presidente da República recordou a História que levou as asas à Marinha Portuguesa, “desde que há cem anos o visionário Sacadura Cabral fundou a aeronáutica naval e três quartos de século depois, em Setembro de 1993, a Marinha volta a ter asas sobre o mar e a aprender a voar com o seu irmão mais novo, graças ao então primeiro-ministro Cavaco Silva, daqui deste ponto onde nos encontramos agora.

Este é um enorme triunfo para as Forças Armadas portuguesas.”

Marcelo Rebelo de Sousa fez depois o elogio das missões realizadas no mar, “em combate, de apoio a situações de catástrofe, sempre com a Cruz de Cristo pelos ideais dos portugueses, que se reveem nas suas Forças Armadas e na defesa da sua soberania.

Esta foi também uma justa homenagem aos homens e mulheres que durante este quarto de século serviram a Pátria.”

A cerimónia contou ainda com um momento solene de invocação aos militares falecidos desta Esquadrilha e a entrega do distintivo da Ordem do Infante D. Henrique à Bandeira da Esquadrilha por parte de Marcelo Rebelo de Sousa.

DIÁRIO IMAGEM

 

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