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Maria das Dores Meira responde ao PSD e lança farpas a Fernando Negrão

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A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, reagiu ao pedido de demissão da autarca pelo PSD Setúbal, tal como o Diário do Distrito noticiou a 18 de junho.

Em resposta no Facebook pessoal, a autarca refere: “Não vou gastar muito do meu tempo com a verve comunicacional do PSD – o mundo está cheio de fake news, vulgos boatos, e a menoridade intelectual campeia neste verão que nos aquece. A lama, apesar de seca, quando nela se mete as mãos suja primeiro e sempre o agressor.

Nunca os senhores se preocuparam em saber junto dos serviços da Câmara, a que me honro de presidir, quantos dias de férias, que qualquer trabalhador tem direito, gozei em 20 anos de vida autárquica em Setúbal. Didaticamente, faço-vos uma resenha: nunca excedeu os 15 dias de férias por ano. Se souberem fazer contas imaginem o débito que levo comigo quando no Outono deixar esta autarquia.

Nunca me queixei, porque havia uma obra a concretizar, e depois outra e mais outra na prossecução do bem-estar dos setubalenses e azeitonenses. Foi por essa evidência transformadora que passámos de uma maioria relativa a sucessivas maiorias absolutas – a última, há quatro anos, foi tão pujante (mais um mandato) que me escuso de a comentar em números. Por essa última derrota, o PSD de Setúbal sabe, ou devia saber, a confiança que transmite à população deste concelho”, pode ler-se.

A presidente deixa ao PSD Setúbal um concelho: “Podia alegar, em jeito de duelo, que o candidato Fernando Negrão tem passado ultimamente o seu tempo a visitar – ou a reconhecer – Setúbal. Mas eu não faço duelos de intenções, não conheço os tempos ocupados e os tempos livres do deputado Fernando Negrão. Acredito que precise de visitar Setúbal e reconhecer as mudanças operadas que lhe são estranhas. Porque Setúbal mudou e continuará a mudar a favor do bem-estar da sua população.

A obra, na hora da despedida, é reconhecida pelos setubalenses e pelos azeitonenses, pelos que nos visitam e pelos forasteiros que trocaram a sua terra natal para viver nesta terra que evidencia o vigor de um tempo novo. O tempo novo que dispensa lugares-comuns e palavras velhas sem sentido, uma pura perda de tempo que revela o vazio de um programa eleitoral“, disse.

Leia a resposta na integra:


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