Setúbal

Maria das Dores Meira sobre o seu património: “Não roubei nada a ninguém, trabalhei e muito para ter o que tenho”

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A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, em entrevista ao Jornal Concelho de Palmela falou sobre as notícias que envolvem o seu património pessoal e que reaparecem constantemente nas Redes Sociais, desde 2014, sendo que a última vez foi no mês de agosto.

Maria das Dores Meira classifica a situação como uma “perseguição” e uma “caça” à autarca que tentou mesmo solucionar em outras instâncias: “eu tentei em tribunais responsabilizar, está no Facebook. O Google diz que não fornece as identidades de quem colocou isso”.

As opositores que possam ter dúvidas diz que apela às “pessoas irem ao Tribunal Constitucional e verem desde quando é que tenho o meu património”, complera.

A respeito do que conquistou diz: “Não roubei nada a ninguém, trabalhei e muito para ter o que tenho e tudo o que faz parte dessa relação adquiri antes de entrar na Câmara Municipal, não foi à conta do Município e nem de ninguém que se relacione com o Município. E tenho muito orgulho, comecei a trabalhar com 15 anos, aos 13 e 14 anos já trabalhava nas minhas férias escolares, e aos 15 anos de forma efetiva até hoje nunca mais parei de trabalhar e trabalhei muito para ter o que tenho. Se eu tinha isso tudo antes de entrar aqui dentro como vereadora na altura, tive aqui seis anos como vereadora, até é fácil de ver que não se trata de outra coisa a não ser tentar denegrir a minha imagem e a minha pessoa”, adianta.

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal diz ainda que perdeu monetariamente por entrar na política autárquica: “Foquem-se naquilo que eu deixei de ter desde que entrei aqui, por exemplo, tinha um carro que comprei em 1999 ou no ano 2000 e até hoje, eu que trocava de carro de três em três anos, desde essa altura, até hoje, nunca mais consegui ter condições para trocar de carro. Não me chateia nada, porque tudo aquilo que perdi pessoalmente, do ponto de vista profissional, do ponto de vista financeiro, do ponto de vista familiar, ganhei naquilo que ajudei a construir e a mudar nesta cidade com as pessoas todas, com as instituições, com os 1700 trabalhadores desta casa que são os melhores do mundo”, completa.

E deixa o aviso: “Não têm nada a ver com aquilo que eu tinha antes da Câmara, tem que ver aquilo que eu adquiri aqui. Se eu tinha condições para adquirir aqui, foquem-se nisso”.

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