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Marco Rodrigues apresenta uma nova via para o PSD – Sesimbra

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Marco Rodrigues, bancário de profissão, lançou a sua candidatura a Comissão Política concelhia do PSD de Sesimbra. O Diário do Distrito entrevistou-o para saber um pouco mais sobre a ideia que tem para o partido. O candidato pretende apresentar uma alternativa credível a atual Comissão Política que vai a eleições no próximo dia 17 de setembro. «Tentei sempre ser um polo agregador, agregador de competências e vontades, sendo que nesta altura considero que esta alternativa, até agora única, será a única opção para recuperar o estatuto de partido de poder em Sesimbra», diz.

Esta candidatura pretende construir um PSD mais forte. Para conseguir resultados melhores é necessário mudar e como tal apresenta-se com uma “voz” nova no município. Após as últimas eleições autárquicas, onde não alcançaram o resultado esperado (perderam autarcas), os sociais-democratas sesimbrenses vão escolher entre a mudança e o caminho da continuidade. Acredita que os próximos três anos na oposição podem servir para preparar um projeto ganhador que permita que o PSD cresça.

Quando questionado sobre as últimas autárquicas, Marco Rodrigues acredita que o resultado alcançado pelo partido se deve «a insistência da atual direção concelhia em não ouvir os militantes, em repetir escolhas que não eram vencedoras. Não foram a jogo para ganhar». Para se preparar para este pleito, o candidato falou com simpatizantes e militantes do partido para saber quais eram as suas queixas. O programa oficial só será apresentado oficialmente em setembro. Este terá como principais vetores a criação de emprego e uma maior abertura do partido.

Fazer política com foco nas pessoas

Uma nova forma de fazer política, focada nas pessoas e nos seus anseios, é pretendida. Na nota de imprensa, refere-se que o «passado recente do PSD já foi suficientemente escrutinado, sobretudo pelos eleitores, que mostraram claramente que não se reviram no que lhes foi proposto». Rodrigues acredita que este é o momento de construir um “novo” partido que devolva a esperança ao concelho.

«É tempo de ter alguém que diga basta a esta gestão municipal, partilhada entre comunistas e socialistas que não tem trazido nada de novo. Pretendo abrir o PSD, e construir de fora para dentro», explica sobre o que é necessário fazer para mudar os destinos do partido. Dar uma nova voz aos munícipes que se sentem abandonados é um dos objetivos desta candidatura que pretende ser a oposição ao atual executivo municipal.

Desde a revolução que a autarquia de Sesimbra tem sido liderada por comunistas e socialistas. Que, segundo o candidato, não trazem nada de novo para os sesimbrenses e as suas necessidades. «Vejo um concelho que ficou parado no tempo. O mundo evoluiu, Portugal mudou. Sesimbra continua agarrada a um passado que não nos permite avançar no tempo. Precisamos de ter políticas viradas para o futuro. Parece, por vezes, que paramos no tempo. Repare, não temos um plano para o turismo, não temos uma política de juventude com objetivos definidos, a política de acessibilidades ninguém a conhece», diz. Para Marco Rodrigues é preciso pensar Sesimbra.


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