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Marcha silenciosa em Setúbal alertou para violência doméstica

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A tarde de domingo soalheira pedia distrações, longe dos problemas que milhares de pessoas enfrentam em Portugal, o da violência doméstica.

Mesmo que muitas pessoas tenham solicitado a realização de uma marcha silenciosa pelas vítimas na capital do distrito, à semelhança da que teve lugar em Lisboa no início do ano, poucos foram os que estiveram disponíveis para caminhar em solidariedade por estas.

Mas apesar de ter reunido poucos participantes, a marcha silenciosa decorreu na faixa central da Avenida Luísa Todi, entre o Largo José Afonso e o Fórum Luísa Todi, embora estivesse previsto que o seu término seria no Largo do Bocage.

Ao Diário do Distrito, Joana Marques, membro da organização, garantiu que “estamos satisfeitos, porque o nosso objectivo principal é sensibilizar para a violência doméstica.

O sentido das marchas é denunciar o que se passa atrás de portas fechadas, e que Setúbal está em terceiro lugar no Relatório de Segurança em número de queixas deste crime.”

Sobre a pouca adesão na capital sadina confessa que “não compreendo os motivos, mas estejam centenas de pessoas ou apenas duas, tudo é feito com a mesma dedicação. E saímos desta marcha com o sentido de missão cumprida.”

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