Política

Manuel Matias, o candidato do Chega por Almada

Já é conhecido o candidato do Chega que vai encabeçar a lista por Almada. Manuel Matias foi apresentado na quinta-feira passada, dia 20 de maio, num jantar de comício no Monte da Caparica.

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“Vamos libertar Almada” é o mote que se faz presente nesta nova candidatura, na qual Manuel Matias, ex-presidente do partido Pró-Vida até à fusão com o partido Chega, procura representar os cidadãos almadenses.

O seu vasto trabalho de assessoria política do gabinete do partido e os seus ideias enraizados na família e em todo o trabalho social e cultural, são o que o capacita para exercer este cargo que, aos olhos do partido o definem como “Corajoso e solidário. Incapaz de deixar alguém para trás”.

O jantar teve como localidade escolhida a quinta do Dia-a-Dia, uma vez que estava a existir uma grande “afluência de pessoas interessadas em participar no mesmo”. A apresentação do candidato contou com um momento mais dinâmico ao longo do jantar, culminando num momento de declarações mais oficial no final do mesmo.

Nas palavras de Rui Teixeira, candidato à presidência da Câmara Municipal de Oeiras pelo Chega, que se fez também presente no jantar, o sinal de “clara união entre os municípios” é a aposta que mais pretendem demarcar.

 “As duas margens do Tejo estarão sempre juntas para lutar por um Chega com maior maturidade e com crescimento porque de facto o povo português sabe o que quer”, sublinha.

Em vozes audíveis, todos os participantes gritavam “Ventura vai em frente, tens aqui a tua gente”. Entre elogios e agradecimentos a todo o trabalho feito por André Ventura, que não conseguira estar presente neste momento, Manuel Matias reforçou que “O Chega não tem margens, a margem é o Chega”.

“Uma sociedade que não acolhe a vida é uma sociedade que escolhe deixar de viver” foi a frase que o candidato utilizou para inauguração do seu discurso. Entre apelos ao aumento da taxa de natalidade e novas políticas sociais e económicas, delineou bem o seu desejo de retirar os ideias socialistas e marxistas que governam atualmente.

“Temos de dizer chega a estas escolhas, temos de retirar o socialismo da Constituição e da República Portuguesa, mas principalmente de Portugal e da vida dos portugueses”, defende.

Reforçou o incentivo do Chega em travar o processo de “eutanásia coletiva” que, nas suas palavras, são resultado diretos das escolhas político-ideológicas e que, mais do que um problema social, o candidato apresenta-o como a “pandemia do inverno demográfico”.

Uma das suas linhas principais é colocar Almada como o “concelho que vai liderar a primavera demográfica a nível nacional e a nível europeu” e que pretende libertar Portugal, mas principalmente Almada dos seus 46 anos de marxismo e de socialismo.

“Contem comigo e com cada um de nós aqui presentes para lutar por melhores condições de vida. Queremos paz, pão, educação, saúde e felicidade, mas que seja verdadeiro”, destaca.

Não faltaram as críticas à ideologia de género nas escolas, a uma Almada que funciona meramente como dormitório para Lisboa e ao apoio social prestado pela Câmara Municipal aos sem-abrigos e aos habitantes de bairros.

“Preocupa-me de que haja portugueses que continuem a viver reféns dos seus bairros. São 63 bairros onde a precariedade, a miséria e a falta de condições existe e são promovidos por este regime socialista-marxista que nos governa”, afirma.

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O Chega apresenta assim um plano eleitoral que pretende impulsionar Almada a se tornar num local de oportunidade, abertos a acolher “quem vem por bem e quem vem amando as pessoas que cá estão”. Uma Almada que vive por mérito de ser “uma pessoa de bem” e que não baixa os braços a este desafio.

O compromisso de Manuel Matias assenta na vontade de representar os almadenses, sublinhando que “é o povo quem mais ordena, é o povo que escolhe, é o povo que vai votar Chega e nós vamos ganhar Almada”.


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