Opinião

Mamadou e companhia, são os verdadeiros racistas!

Uma opinião de Bruno Fialho

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Muito se tem falado sobre racismo nos últimos tempos, sendo que, em Portugal, os interlocutores que acusam os portugueses de serem racistas, na maior parte das vezes, são aqueles que fugiram de África porque apenas se sentem seguros no nosso país.

Um desses “desertores” de África é o Sr. Mamadou, que esta semana, numa conferência online, nos brindou com a seguinte evocação: “é preciso matar o homem branco, assassino, colonial e racista” de forma a “evitar a morte social do sujeito político negro”.

O mais insólito é que em África, onde efectivamente sou chamado de homem branco, mas com uma conotação negativa, ao contrário do que tentam fazer passar por cá, também sou alvo de racismo “à séria”, principalmente nas regiões mais periféricas desse Continente, que faria corar o mais fervoroso anti-racista.

Ao longo da última década, milhares de “brancos” que optaram por continuar a viver no continente Africano foram roubados, humilhados, discriminados e assassinados por Africanos negros, sem que nenhum movimento do tipo “Black Lives Matter” se insurgisse contra o racismo que existe em África pelo Europeu caucasiano, vulgarmente denominado de “homem branco”.

Mas, nem mesmo os ataques de negros contra negros, com a desculpa da religião, como acontece em Moçambique, é alvo de um grande movimento ou de manifestações pelos negros que vivem na Europa.

O que observo é que existe sempre uma desculpa para os casos de racismo perpectuados por negros, seja em África, na Europa, no Resto do Mundo ou até em Portugal, quase como se estivéssemos perante um caso de Síndrome de Estocolmo, mas quando acontece algo que envolva brancos contra negros, logo se fazem soar as sirenes das acusações de que somos um povo racista.

Para termos noção do absurdo que é ouvir o Sr. Mamadou dizer que Portugal e os portugueses são racistas, contabilizem quantos negros foram assassinados em Portugal devido a um acto racista e quantos brancos foram assassinados, por exemplo, no seu país de origem, o Senegal, devido a actos racistas.

As violações de freiras brancas, de jovens brancas, etc…, tudo isso sempre foi relativizado pelos governos dos países europeus, porque não querem importunar os poderosos donos das minas de diamantes ou dos poços de petróleo.

Ninguém pode negar que existem casos de racismo por todo mundo. Mas o que não posso aceitar é que, com a desculpa de alguns casos esporádicos de racismo que têm sucedido em Portugal , os quais sempre irão existir, porque o ser-humano, infelizmente, não é perfeito, se ofenda a bandeira portuguesa, a polícia ou os próprios portugueses, sem que hajam punições severas.

Mas, relativamente à questão do racismo, o que estou mesmo farto é de ver pessoas como o Sr. Mamadou a cuspirem no prato (país) que lhes deu e dá de comer.

O Sr. Mamadou é que é o verdadeiro racista e tem de ser punido, pois não pode continuar a insultar gratuitamente o país e os portugueses que o acolheram.

Porém, não é apenas o Sr. Mamadou que tem de ser punido, por exemplo, a deputada não-inscrita, Sra. Joacine Katar Moreira, há muito que devia ter sido expulsa do parlamento português, pois a liberdade de expressão não pode ser utilizada como desculpa para todos os discursos xenófobos e racistas (contra os brancos) que ela profere, devagarinho e aos soluços, mas profere.

O Sr. Mamadou chegou a Portugal com 22 anos, abandonou o seu país e, principalmente, as crianças senegalesas que são vítimas de violência e abusos ou, pior, que são assassinadas cruelmente por outros negros.

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Nunca ouvi esse senhor a chamar de Bosta à polícia Senegalesa por esta permitir a violação de crianças, sem nada fazer, ou que ele tenha organizado uma manifestação contra as atrocidades que acontecem diariamente no Senegal.

Sugiro que o Sr. Mamadou faça uma greve de fome até que os crimes perpectuados contra as crianças “Talibé” sejam eliminados, talvez desista dias depois de a iniciar.

E a Sra. Joacine Katar Moreira que fugiu da Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo, provavelmente para não ser obrigada a casar com um desconhecido ou para não cair nas malhas dos cartéis da droga ou para escapar à mutilação genital, que ainda atinge 30% das mulheres naquele país, porque razão não faz também ela uma greve de fome pelos seus conterrâneos?

Por estranho que isto pareça, nunca vemos Mamadou ou Joacine a lutarem contra os problemas dos seus países de origem, mas vemos estes dois racistas, sim, eles são os verdadeiros racistas, a tentarem criar uma ideia de que Portugal é um país de racistas, para que possam continuar a viver à conta do português que, desde que chegaram ao meu país, lhes pagou tudo para que eles tivessem tudo aquilo a que jamais teriam direito nos seus países de origem.

Lamentavelmente são estes dois racistas, Mamadou e Joacine, que fazem crescer ódios contra certas comunidades, pois, na verdade, eles não defendem os negros que trabalham das 6 horas da manhã até às 8 horas da noite, já que, estão sempre ao lado daqueles que têm tempo para ouvir as idiotices que proferem, ou seja, os que abandonaram os estudos para se tornarem delinquentes ou os criminosos de carreira.

Por último, se continuarmos a seguir este caminho, de tudo perdoar a quem nos ofende, daqui por uns anos serei eu, português nascido em Portugal, a ter de pedir apoios sociais e a ir pedir ajuda ao SOS Racismo, pois aqueles que souberam unir-se, tal como os Mamadou e Joacines desta vida, irão ter direito a tudo e eu, por ter nascido branco, não terei direito a nada.

Por isso digo, Mamadou e companhia, são os verdadeiros racistas!

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