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Mais de treze mil assinaram petição do Movimento Sobreviver a Pão e Água

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O Movimento Sobreviver a Pão e Água lançou uma petição na qual solicita «uma audiência imediata com o Primeiro-Ministro ou o Ministro da Economia», que já foi assinada por 13.462 pessoas.

No documento, o Movimento faz uma calendarização do que tem ocorrido, desde o primeiro pedido de audiência «urgente» no dia 16 de Novembro, até ao início da greve de fome que tem lugar em tendas frente à Assembleia da República desde 27 de Novembro, de «onde só sairão quando os ouvirem».

A petição agora lançada tem como objectivo requerer «com a máxima urgência que nos ouçam» tendo em conta que a saúde dos manifestantes «está cada vez mais debilitada devido à fome e à exposição aos elementos».

Os empresários deixam lembram também que «Nós, a restauração, o turismo, a hotelaria, os bares, as discotecas, a cultura, ouvimos o apelo. Fechámos portas quando assim foi preciso e reabrimo-las, reinventados, quando assim nos foi permitido.

No entanto, são portas abertas ao vazio. Um vazio de clientes, de respostas, de medidas de apoio. Um vazio criado pelo medo, pelas restrições, pelo desconhecimento.

Não ousamos querer saber mais que os cientistas e epidemiologistas. Não ousamos querer saber mais que a Direcção-Geral de Saúde, que o Governo. Seguimos apenas as normas que nos foram indicadas. Cumprimos, com rigor, determinação e celeridade, cada passo, cada regra, cada “não”.

E a cada dia que passa, vemos vizinhos, colegas e amigos fechar portas. Vemos as contas acumularem-se. Vemos as ruas vazias, as mesas vazias, o futuro vazio.»´

O apelo deixado nesta petição ao Governo é que «olhe para nós. Que nos ouça. Que nos deixe ser parte da solução e não nos deixe para trás, como um problema.

Até hoje, fomos bandeira do nosso país. Levámos o nosso nome por esse mundo afora e trouxemos o mundo até nós. Conquistámos prémios em nome de Portugal, usando o país no peito. Trouxemos investimento, turismo, prestígio, receita. Pedimos que o nosso país nos escute agora e nos apoie como sempre o apoiámos.»

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