Cultura

Livro de Pedro Guerreiro Cavaco apresentado na Ordem dos Advogados

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Pedro Guerreiro Cavaco, advogado e colaborador do Diário do Distrito lançou esta quinta-feira, no Salão Nobre da Ordem dos Advogados, o seu primeiro livro intitulado «O homem que acusou Deus – um advogado criminal no mundo secreto do Opus Dei».

O livro foi apresentado pelo jornalista Henrique Monteiro, colunista do jornal Expresso e pelo sacerdote Gonçalo Portocarrero, habitual colonista de ‘O Observador’.

Além dos apresentadores – Henrique Monteiro escreveu o prefácio do livro – estiveram na mesa o Director Editorial, Ir. Tiago Melo e o Dr. Florentino Marabuto, Presidente da Comissão para as Letras e Artes da Ordem dos Advogados.

O salão Nobre da Ordem esteve quase cheio e contou com a presença de amigos, família, advogados e colegas do autor.

«Há ou não dentro da Igreja uma organização secreta e só acessível a algumas pessoas? Ou haverá antes, sobre ela, uma cisma estigmatizante?»

Foi assim que Pedro Guerreiro Cavaco iniciou a sua apresentação, já depois dos oradores terem efectuado a apresentação do livro.

Sobre o livro, o autor mencionou que «está centrado na figura de um mediático advogado, Ricardo Medeiros, o melhor advogado penalista do país, temido pelos seus Colegas, mas também por Juízes e Procuradores. É um homem cheio de si próprio», continuou o autor.

«Ricardo vive uma agonia, um paradoxo, ele está numa zona cinzenta entre o ateísmo e o agnosticismo, vivendo-os simultaneamente. Casado com uma médica católica praticante e tendo como sócio no escritório um membro do Opus Dei, ele vive um confronto diário com Deus. Sem tréguas…

E a questão que fica – e só a leitura do livro pode responder – é se Ricardo consegue libertar-se do que o rodeia…»

O que poderão esperar os leitores deste romance?

«Os leitores de O homem que acusou Deus, estou plenamente convencido, irão identificar-se com as personagens do livro; os diálogos cheios de dinâmica e entusiasmo permitirão aos leitores entrar na história, como um personagem mais. O livro – foi algo que pretendi – é excessivamente realista. Tem uma escrita simples, comum.

É fácil mergulhar dentro da história. E tem igualmente ingredientes apelativos, tais sejam os confrontos e tensões familiar, profissional, traição, investigação, política, uma fantasia amorosa, uma nódoa no melhor dos panos, um romance apelativo…»

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O livro aborda o Opus Dei?

«Entra-se no mundo secreto do Opus Dei, sem filtros, sem invenções, sem fantasias nem construções exógenas. O livro mostra o Opus Dei real», disse.

Visivelmente satisfeito numa sala repleta de pessoas que gostaram da apresentação, terminou dizendo «Esta foi uma experiência única na minha vida. Mas gostaria que não fosse irrepetível.»

Seguiram-se as filas para os autógrafos.

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