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Livre quer “tolerância de tempo” nas intervenções da deputada Joacine

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Depois da polémica instalada e com uma petição a já atingir as mais de 14 mil assinaturas para impedir a tomada de posse da deputada do Livre, Joacine Katar Moreira, o partido Livre surge com uma nova polémica. O dirigente do Livre, Paulo Muacho, disse esta semana que o partido vai solicitar ao próximo presidente da Assembleia da República uma “tolerância de tempo” nas intervenções da sua deputada, uma vez que a mesma sofre de gaguez, declarou Paulo Muacho à agência Lusa.

Para o dirigente do Livre a Assembleia da República deve “dar o exemplo” nestes casos e adaptar-se para acolher os deputados que foram eleitos pelo povo português e que elegeu Joacine.

Para haver um tratamento igualitário e igualdade de oportunidades, tem de haver uma tolerância de tempo e tem de ser atribuído o tempo para que a deputada possa expor as suas ideias“, defende o dirigente. A Assembleia da República deve “dar esse exemplo“, disse.

A questão para o dirigente do Livre é que o tempo da intervenção dos deputados é muito limitado e pode prejudicar as exposições da deputada no Parlamento, as regras da AR, estão definidas para que os deputados únicos representantes de um partido têm apenas um minuto para intervir nos debates dos projetos e propostas de lei em plenário e nos debates quinzenais com o primeiro-ministro.

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