Justiça

Justiça considera que condutor alcoolizado não causou a morte de Sara Carreira

O Ministério Público considerou que a morte da cantora Sara Carreira, filha de Tony Carreira, não foi directamente causada por Paulo Neves, o homem que conduzia na autoestrada A1 a 30 km/h com uma taxa de alcoolemia de 1,18 g/l.

O novo despacho de acusação, revelado na edição desta quarta-feira pelo Correio da Manhã, apenas acusa Paulo Neves do crime de condução perigosa e não de homicídio por negligência grosseira, como solicitava a família Carreira.

Segundo o despacho, a condução de Paulo Neves foi o primeiro passo para uma série de acidentes que acabou por vitimar Sara Carreira, que seguia num carro conduzido pelo namorado, Ivo Lucas.

O Ministério Público continua assim a apontar culpas a Cristina Branco e Ivo Lucas, defendendo que, mesmo que Paulo Neves conduzisse a 50 km/h, “a distância percorrida por este seria inferior à distância percorrida pelo veículo conduzido pela arguida Cristina Branco”.

Dessa forma, e ainda segundo o despacho revelado pelo CM, “este veículo necessariamente alcançaria o veículo conduzido pelo arguido Paulo Neves”, e se Cristina Branco “tivesse adoptado a mesma conduta adoptada por outros condutores que a antecederam (e que ultrapassaram o veículo do arguido sem com ele colidirem), não teria ocorrido qualquer acidente“.


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