Julgamento de homicídio de professora terá alegações finais na sexta-feira

As alegações finais no caso do homícidio de que são acusados Diana Fialho e Iúri Mata serão feitas na próxima sexta-feira, no Tribunal Judicial de Almada, onde decorre o julgamento.

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As alegações finais do julgamento de Diana Fialho e Iúri Mota vão ter lugar na tarde da próxima sexta-feira, no Tribunal Judicial de Almada, onde tem decorrido as audiências.

Hoje pensava-se que o julgamento poderia terminar, mas isso não aconteceu porque segundo Tânia Reis, advogada de Diana Fialho, ‘ainda está a decorrer o prazo para os advogados se pronunciarem sobre os relatórios sociais e porque há uma testemunha que acompanhou toda a infância da sua constituinte, que não foi possível notificar em tempo útil.

‘Ainda está a decorrer o prazo para nos pronunciarmos sobre os relatórios sociais, temos 10 dias. Estes relatórios sociais foram juntos na última audiência de 4 de julho. O prazo termina a 14. Não foram diferidas as perícias psiquiátricas que nós requeremos. Portanto, seria importante ter essas perícias, e ainda temos tempo para requerer, nem que sejam alguns esclarecimentos às técnicas que elaboraram os relatórios’, explicou Tânia Reis aos jornalistas.

A sessão de julgamento da tarde desta terça-feira ficou ainda marcada pelas declarações de Diana Fialho e Iuri Mata que falaram pela primeira vez, em tribunal.

A arguida deu conta que teve «internamento psiquiátrico aos 14 e aos 18 anos» devido a uma grande depressão pelo falecimento da avó e depois por não conseguir estar a tirar o curso, estando a tomar medicação até aos 20 anos.

Iuri Mata, apesar de o advogado ter dito que o seu constituinte ‘não está e condições, nem se lembra da data de hoje’, respondeu a todas as perguntas do juiz, indicando os locais onde trabalhou, vencimentos e quem o tem visitado na prisão.

Diana Fialho e Iúri Mata estão acusados pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver de Amélia Fialho, tendo sido detidos a 7 de setembro de 2018 e presentes a tribunal, o qual decretou a medida de coação de prisão preventiva, ela no Estabelecimento Prisional de Tires, e o arguido no do Montijo.

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