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JP Setúbal insatisfeita com resposta da autarquia a questões sobre educação

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A Juventude Popular Concelhia Setúbal enviou às redações um comunicado acerca da resposta obtida pela Câmara Municipal em matéria de educação.

«’Devem dirigi-las ao Ministério da Educação’. Foi esta a resposta que a Câmara Municipal de Setúbal deu às questões colocadas pela Juventude Popular Setúbal em matéria de Educação.

A concelhia dos jovens centristas endereçou as questões em abril, insistiu em início de maio e só agora obteve a resposta da CMS às questões: Qual o número de alunos do município que não tem acesso a um computador ou equipamento equiparável?; Qual o número de alunos que não têm acesso à internet ou cuja localização de residência não lhes confere uma ligação estável?; O Município delineou alguma estratégia para fazer face a este problema ? Se sim, qual?.

A JP Setúbal considera a resposta altamente insatisfatória, revelando arrogância para com a oposição e desprezo para com o bem-estar dos alunos setubalenses.

A Juventude Popular de Setúbal, como de resto toda a população através da Comunicação Social, tem visto que outros concelhos do distrito não têm poupado esforços para apoiar as famílias carenciadas no acesso a este novo modelo de ensino digital, e lamenta que a Câmara de Setúbal se escude na delegação de competências para não o fazer, ou pelo menos para não dar satisfações sobre se o faz.

A JP Setúbal espera que a contida resposta às suas questões não se revele proporcional ao interesse que a CMS tem para com as dificuldades das famílias, e nesse sentido voltou a colocar questões ao executivo.

Desta vez, os jovens centristas questionaram se o Executivo tem mantido contacto com as Direções dos Agrupamentos de Escolas e com o Ministério da Educação, no sentido de se informar sobre a situação dos alunos e sobre a estratégia que tem sido implementada para colmatar dificuldades e combater o insucesso escolar.

A JP Setúbal reitera que existe uma Carta Municipal de Educação e um pelouro do mesmo âmbito que eram mais que justificativos para que a Câmara Municipal de Setúbal tivesse, no mínimo, procurado saber junto do ME e das Direções de Agrupamentos, se há alunos no concelho, seja em que ciclo for, em dificuldades para aceder aos materiais de Educação.»

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