José Castelo Branco, o político honesto…

Mais uma rúbrica bem-humorada dos Espatafúrdios do Quotidiano.

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Tempo de Leitura: 2 minutos

O/A “socialite” José Castelo Branco foi alvo de mais uma história ao nível da CMTV. Segundo consta, José Castelo Branco foi apanhado a roubar no aeroporto de Lisboa quando se preparava para embarcar para os Estados Unidos.

Diz quem viu, ou quem não viu, que a polémica celebridade tinha um perfume dentro da sua mala, que não pagou, quando foi interceptado pela polícia no Aeroporto.

O Estapafúrdios do Quotidiano, supostamente (diz que se tem de usar “supostamente” sempre que se quer evitar um processo judicial…) teve acesso ao interrogatório a José Castelo Branco, por parte da polícia, o qual passamos a transcrever de seguida:

 

Agente: “O seu nome, por favor.”

Castelo Branco: “Ora, darling. Até parece que não sabe quem eu sou…”

Agente: “O senhor até podia ser sua Santidade, o Papa, que eu ia perguntar a mesma coisa: o seu nome, se faz favor.”

Castelo Branco: “Eu sou o grande, o único e o melhor ser humano existente à face da Terra, Sir José Castelo Branco. E você, amor? Como se chama?”

Agente: “O meu nome não é para aqui chamado…”

Castelo Branco: “É casado? Você é lindérrimo de morrer. Espero que seja solteiro!”

Agente: “Vamos avançar!”

Castelo Branco: “Ai, calma… Não me apalpe… Olhe que eu sou casada, seu Adónis de farda…”

Agente: “Vamos parar com as brincadeiras e vamos a assuntos sérios! O senhor roubou, ou não roubou, o perfume da loja?”

Castelo Branco: “Aii, como eu adoro homens que vão directos ao assunto! Sim, roubei!”

Agente: “Ah, então confessa?”

Castelo Branco: “Aii darling, com um Adónis destes à minha frente a fazer-me perguntas, como podia eu mentir? O darling não vê que eu sou uma política honesta…”

Agente: “Política?”

Castelo Branco: “Sim. Eu, tal como os outros políticos todos, roubo! Mas… ao contrário dessas amostras de políticos que abundam a Assembleia da República como abutres à procura de restos à beira da estrada, eu confesso. Eu roubo. Roubo e deixo que me roubem… Seu pedaço de mau caminho azul branco. Roube-me o coração e esfrangalhe-o como se fosse uma franga prestes a ser transformada em cabidela.”

Agente: “Ora, portanto, a ver se a gente se entende. Roubou e confessa que cometeu o delito?!”

Castelo Branco: “Ora, ora, não confesso nada. Nem que me amarre à cama e me dê com o cassetete! Não confesso, não confesso, não confesso.”

Agente: “Então está bem… Pode ir embora. Se não confessa nem temos provas, não o posso deter. Faça boa viagem.”

Castelo Branco: “Aiiii que a bicha está doida. Então não me vai prender? Tanto trabalho que eu tive a esconder o perfume à espera que o Sr. Agente me fosse fazer uma revista às cavidades, agora está a dizer que nem me vai revistar? Pelo amor da Santa. Pois… Eu sei o que isso é, agora anda tudo maluco com a Greta. É Greta para cá, é Greta para lá… todos querem ver a Greta, os outros orifícios já não interessam para nada. Por isso é que eu adoro os States.”

Agente: “Eh pá, eu vou-me arrepender de perguntar isto, mas… Então porquê?”

Castelo Branco: “Ó Darling…. Porque nos States ninguém quer saber da Greta! E o buraco, quanto maior for, melhor! Quer seja o do ozono, o lá da zona ou da vizinha!”

Agente: “Aiii… Aii… É tão triste mas é o que temos. PRÓXIMO!”

 

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Texto escrito por Gil Oliveira e Ricardo Espada

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