Instituto Português do Sangue apela à dádiva do tipo O negativo.

As reservas de sangue do tipo zero negativo (conhecido por O- ) estão em baixa.

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A Diretora do Centro de Lisboa do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), Ana Paula Sousa, disse ontem, em declarações à Renascença, que o país só tem reservas deste tipo de sangue para quatro dias.

“A nível nacional estamos numa situação equilibrada com reservas entre sete a 10 dias para os diferentes grupos sanguíneos, exceto para os 0 negativos em que temos uma reserva até quatro dias”, referiu Ana Paula Sousa.

O tipo de sangue zero negativo é um dador universal. Se alguém precisar de uma transfusão de sangue numa emergência, e se o tempo necessário para testar o tipo de sangue venha a causar um atraso prejudicial à vida, o sangue O- (O negativo) pode ser administrado.

Esta responsável apelou aos cidadãos para “continuarem a colaborar no processo de dádiva de sangue”.

Ainda assim, garantiu que Portugal continua a garantir o “suporte transfusional a todos os doentes”.

A Diretora referiu ainda que o número de dadores em Portugal tem vindo a diminuir, à semelhança do que acontece “no contexto europeu e também a nível internacional”.

Para ser dador de sangue, é necessário ter idade superior a 18 anos, ter peso igual ou superior a 50 kg e ter hábitos de vida saudáveis.

A dádiva de sangue é benéfica para a saúde do dador, voluntária e não remunerada. A doação pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

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