Almada

Inês de Medeiros desmente ilegalidades em relação à obra na Fonte da Telha

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A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, tirou proveito do direito de resposta para desmentir uma notícia publicada pelo jornal Expresso, no dia 22 de julho, com o título “Inês de Medeiros admite que Câmara de Almada fez obra na Fonte da Telha que “visivelmente não podia fazer””.

A autarca afirma que “nem o texto [da notícia] nem o título correspondem à verdade”, aifrmando que foi com grande “estupefação” que viu aquela notícia. “A notícia baseia-se num vídeo colocado nas redes sociais com excertos de uma intervenção minha deliberadamente descontextualizada, durante a reunião da Câmara Municipal de Almada (CMA), do passado dia 20 de junho, que importa esclarecer.

Respondendo a uma questão colocada por uma Senhora Vereadora, na minha intervenção relatei todas as diligências feitas pela CMA, no seu coletivo, desde a preparação da época balnear. E citei a colaboração com as entidades, de forma cronológica. A frase presente no título diz respeito aos prazos para a execução da obra e não ao material utilizado, nem à sua legalidade”, pode ler-se na nota.

“Sendo a Fonte da Telha a segunda praia do país com maior lotação, e começando a época balnear a 6 de junho, era, pois, urgente fazer uma intervenção, que cumprisse todos os requisitos, até aos meses de maior afluência: julho e agosto. Também esclarecemos os senhores vereadores e os Almadenses que a intervenção só se iniciou após parecer positivo do ICNF “atendendo à urgência”. Nesse sentido, foi clarificado que se as entidades responsáveis, que acompanharam desde o início a intervenção, tivessem pretendido que a obra integrasse, à partida, um plano global, essa intervenção seria “visivelmente uma obra (que a CMA) não podia fazer” a tempo do verão deste ano”, afirma.

Inês de Medeiros critica depois o Jornal Expresso. “Adiantamos ainda que já por mais do que uma vez o jornal Expresso, no seguimento que tem dado a esta matéria, não permite à CMA exercer o seu direito ao contraditório, algo que é um direito deontológico fundamental. Temos alertado para o facto tendo, aliás, sido corrigida, a nosso pedido, no passado dia 19 de junho, uma notícia com afirmações que me foram inicialmente imputadas e que nunca fiz”.

A autarca acrescenta que estranhou “que um jornal reconhecido pelo seu rigor publique notícias, sem nos ser dado o direito ao contraditório, com base em vídeos publicados em páginas com conotações políticas e declaradamente descontextualizadas, e fazendo, inclusive, juízos de intenções despropositados e parciais, como revelam expressões como “procurou desculpar-se”, “atirar as culpas” ou “tentando isentar-se de responsabilidades”, quando, relembramos, ainda se aguarda pelos pareceres da CCDR-LVT”.

Pode ler o comunicado na integra no Facebook pessoal da autarca.


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