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INEM afirma que causas de incêndio em base logística estão a ser apuradas

INEM rejeita críticas sobre tempos de resposta “inaceitáveis” a pedidos de socorro, feitas pela Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil

Em virtude do pedido de demissão do atual Concelho de Direção do INEM, feito pela Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil, no passado dia 10 de julho, alegando que este “deixou já de ter as condições necessárias para o exercício das funções”, e pela associação aos pedidos semelhantes feitos pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar e pela Associação Nacional dos Técnicos de Emergência, na sequência de um incêndio na base logística do INEM.

Está segunda-feira, 11 de julho, o INEM respondeu a tais alegações, através de um comunicado enviado a Agência Lusa, onde afirma que as causas do incêndio que ocorreu no sábado numa base logística estão a ser apuradas, rejeitando críticas sobre tempos de resposta “inaceitáveis” a pedidos de socorro.


 A Associação Nacional de Bombeiros e Agentes e Proteção Civil, através de um comunicado, afirma que “não pede a demissão do Conselho de Direção do INEM, na sequência do incêndio ocorrido na sua base logística” lamentando a ocorrência que “para além de destruir bens do Estado que integram os Serviços Médicos de Emergência, destruíram bens pessoais de profissionais que se encontravam empenhados na sua missão”

No entanto, “não podemos deixar de aludir que, o modo e forma em que se encontram os meios e equipamento não nos parecem adequados e seguros, particularmente quando o INEM enquanto entidade reguladora exige que as entidades que prestam socorro tenham os meios convenientemente aparcados”, afirmou.

Relativamente aos tempos de resposta do INEM, a ANPABC afirma que “Em Emergência Médica, tempo é ouro. E por isso entendemos estas percentagens como mero entretenimento justificativo do injustificável, quando a resposta deve ser prestada o mais rápido possível, garantido os tempos definidos para a intervenção dos Profissionais de Saúde em âmbito hospitalar, minimizando a morbilidade e mortalidade”

A ANPABC conclui, mencionando “a relevância dada ao modelo do Reino Unido, que em nada se afigura ao nosso, onde é sempre enviado o meio mais próximo da solicitação, com recurso a Técnicos de Emergência Médica e, Paramédicos”.


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