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Inédito: Criança de 2 anos choca o mundo ao aprender a ler sozinha

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Theodore Hobbs, é um caso inédito no que toca à capacidade cognitiva. Com apenas três anos e nove meses, a criança inglesa já integra a Mensa, uma organização que reúne as pessoas “mais inteligentes do mundo”. Hobbs integrou-se neste clube restrito depois de obter 139 pontos num teste de QI.

Com dois anos e dois meses de idade, Teddy, aprendeu a língua materna [inglês], mas também a contar até 100 em seis idiomas diferentes, entre eles: mandarim, galês, francês, espanhol e alemão.

De acordo com o Sábado, desde do início da pandemia que os seus pais, Beth e Will, que residem na região de Portishead, no Reino Unido, começaram a perceber que o seu filho tinha uma capacidade cognitiva fora do normal. Teddy começou a imitar os sons das letras sozinho e quando questionado sobre o que estava a fazer os pais ouviram uma resposta algo surpreendente: “estou a contar em mandarim”. 

Sem perceber de forma clara este fenómeno, os pais de Teddy partilharam os conhecimentos precoces do menino. “No início eles não acreditaram, mas mesmo assim pediram a um professor da primária que falasse com ele nesse dia”, declarou Beth ao jornal Metro. Pouco tempo depois, ficou comprovado que a criança aprendeu a ler ao “ver televisão e a imitar os sons das letras”.

Surpreendidos com os conhecimentos da criança, os pais resolveram fazer um teste de QI para perceber as reais capacidades da inteligência de Teddy.

“Dissemos-lhe que ele teria de resolver alguns quebra-cabeças com uma senhora, algo que ele achou logo incrível. Quando acabaram fomos informados de que ele era elegível para a Mensa e ficamos em choque. Sabíamos que ele conseguia fazer coisas que as outras crianças não conseguiam, mas nunca tínhamos percebido o quão bom ele era”, acrescentou Beth Hobbs.

O interesse do menino pela resolução de problemas começou quando ele tinha pouco mais de três anos. Teddy adora “sentar-se e recitar a tabuada”, usando a tecnologia como ferramenta para aprender cada vez mais.

Portador de uma capacidade intelectual bastante elevada para a sua idade, os pais revelam preocupações que podem estar associadas à sua evolução precoce, como o desenvolvimento de um “complexo de superioridade” em relação aos outros meninos.

Com isto, os pais pretendem que o seu filho perceba que todas as crianças desenvolvem capacidades individuais que as destacam e que por muito que ele possa ser inteligente, vai ter um amigo que “será capaz de correr mais rápido”.


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