coronavírus

INE esclarece processo de vacinação covid-19

- publicidade -

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) informa em comunicado enviado às redações que “solicitou vacinas apenas para os profissionais prioritários, tendo recebido as 1.174 doses de vacina anti-COVID-19 Comirnaty® (Pfizer-BioNTech)”.

O INEM garante que fez “gestão rigorosa e transparente das vacinas” e “nega, assim, que tenham sido solicitadas vacinas para outros profissionais que não os prioritários e refuta todas e quaisquer acusações de favorecimento pessoal neste processo”.

tarot terapêutico

Completando que as “vacinas foram administradas a todos os profissionais prioritários que manifestaram interesse e puderam ser vacinados. O processo de vacinação no INEM, para administração da primeira dose da vacina, decorreu nos quatro centros de vacinação criados para o efeito (Porto, Coimbra, Lisboa e Faro) e foi conduzido, do ponto de vista logístico e de identificação dos profissionais, pelas Delegações Regionais do INEM.”

O INEM assegura que “quando foi iniciado o processo de vacinação no INEM, no dia 4 de janeiro, foram identificados profissionais prioritários que não preenchiam os critérios para receber a primeira dose da vacina, de acordo com as indicações de segurança do fabricante (Pfizer) e a norma da DGS, nomeadamente por apresentarem contraindicações, com diagnóstico ou presença de sintomas de COVID-19.”

Admite no entanto que “ratando-se de um processo muito complexo a vários níveis, não foi possível prever em concreto, no início da vacinação, qual o número final de doses efetivamente disponíveis”.

Assim, diz que “as vacinas solicitadas foram administradas a todos os profissionais prioritários que aceitaram ser vacinados. Aos profissionais não prioritários foram administradas as doses sobrantes, que não poderiam ser cedidas a outras entidades e cuja alternativa seria a inutilização”.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui