Opinião

Indemnizar pedófilos? Poderá acontecer um dia…

Uma crónica de Bruno Fialho.

- publicidade -

Não se mostre surpreendido pelo título que acabou de ler porque, provavelmente, é devido à passividade com que tem encarado tudo o que tem vindo a acontecer no mundo, que também será um dos culpados desta situação poder tornar-se uma triste realidade.

Não sei se tem conhecimento, mas nos Estados Unidos existe uma ONG chamada NAMBLA (North American Man/Boy Love Association), fundada em Boston em 1978, que defende a pedofilia e a descriminalização dos actos sexuais praticados entre adultos e crianças, defendendo que as crianças que têm relações sexuais com adultos, desde que o consintam, não ficam traumatizadas.

Os defensores desta abominação também alegam que a condição de pedófilo é genética e que eles não podem continuar a ser discriminados pela sociedade e que o “amor” entre um adulto e uma criança não devia de ser considerado crime.

Assim, pergunto-lhe o seguinte: Porque é que considero que somos todos um pouco culpados de deixarmos associações como esta existirem e poderem defender crimes hediondos?

É porque hoje em dia, por esse mundo fora e mesmo em Portugal (ainda em menor escala), tudo passou a ser considerado discriminatório, sendo que, em alguns locais até já se deixou de poder dizer palavras como “normal”, “pai”, “mãe” ou “amamentar o bebé”, tudo porque algumas minorias se sentem discriminadas pelas próprias opções de vida que tomaram.

Então, dizer a alguém que o filho nasceu menino ou menina já quase que é considerado um crime, porque o “novo normal” é dizer que os bebés nascem sem sexo, depois eles, quando forem mais crescidos, é que escolhem o que querem ser. Um absurdo esta situação, porque a biologia ainda é biologia.

Mas, existem outros exemplos absurdos.

Este ano para um filme ser candidato aos Óscares, não será porque é o melhor filme, como supostamente sempre foi e deveria ser. Apenas será aceite como candidato um filme que integre ou conte histórias de pessoas de côr (desde que não sejam brancos, é claro), de mulheres, de homossexuais, de transgéneros, de anões, etc…

Se o actor tiver parecenças com o autor deste artigo, ou seja, se for caucasiano, olho azul, heterossexual, com filhos, mas que se esteja literalmente a borrifar para as preferências sexuais dos outros, ou para a sua côr de pele, ou se a pessoa se sente mulher/homem ou até um peixe-balão, pois o que me interessa é se é uma boa pessoa ou não, então esse actor está prestes a ficar desempregado, porque para sermos totalmente inclusivos, deixámos de escolher apenas os melhores e passámos a ser obrigados a escolher por “quotas”.

Estas “quotas”, na maior arte das vezes absurdas, conseguiram-se impor, não devido à discriminação que algumas pessoas ainda sofrem e que, infelizmente, ainda existe em variadas áreas da nossa sociedade, mas aos lóbis das minorias que forçam algumas situações serem abusivamente consideradas como discriminização.

Onde é que já se viu alguém escolher para interpretar o personagem da Marvel, o THOR, um actor branco alto, loiro e olho azul? Isso é completamente discriminatório (ironia)!

Mas se falarmos de outra personagem, por exemplo, a Pantera Negra, já ninguém grita que é discriminação escolherem um actor negro.

É por isso que a força do falso grito da discriminação está a fazer com que a nossa sociedade esteja a ficar virada do avesso, onde os piores e os menos bons estão protegidos ao abrigo das supostas discriminações e os melhores são os que começam a ser discriminados.

- publicidade -

Você até pode não ter notado, porque foi aos poucos que toda esta loucura começou a ser aceite, mas foi tudo devido à passividade de todos nós que isso aconteceu.

A sociedade tem de proteger as discriminações raciais, sexuais e outras, mas proteger não é criar novas discriminações ou situações absurdas.

Proteger é sancionar exemplarmente quem pratica essas discriminações e dar condições a quem se sente discriminado para fazer as denúncias necessárias para mudarmos o que está mal.

Como sempre, separo a discriminação positiva de contratação de pessoas deficientes, que tem de acontecer por razões óbvias, daquilo que considero uma falta de respeito por todos os que lutaram para singrar na sua profissão e que são preteridos por razões absurdas, como serem preteridos por alguém que decidiu ser mulher ou homem, depois de ter sido outra coisa durante 30 anos ou de até ter sido pai ou mãe.

Isto atingiu o cumulo de serem decapitadas crianças em moçambique e poucos são aqueles que têm dito alguma coisa, porque como não são brancos a matar negros, parece que está tudo bem.

E agora, questiona-se você, mas o que é que tudo isto tem a ver com a questão da pedofilia?

É que tudo começa na base e no ataque organizado das associações que se dizem alvo de discriminações e que querem impor as suas agendas.

Por exemplo, você sabia que a NAMBLA (que é a ONG dos pedófilos) pertenceu à Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA) de 1984 até 1994, até ser expulsa?

E sabia que a NAMBLA acusa a ILGA de tê-la expulsado porque essa era a única forma de conseguirem ser aceites como consultores da ONU, como hoje em dia são?

Evidentemente que não estou a comparar lésbicas, homossexuais ou transgéneros a pedófilos, uns são pessoas normais, sim uso essa palavra para muitas coisas sem qualquer problema, que têm opções de vida que todos devemos respeitar, e os pedófilos são aberrações da natureza que deviam ser condenados a prisão perpétua.

Todavia, e independentemente de respeitar as opções de cada um, consigo comparar a forma como essas minorias têm conseguido impor os seus interesses e/ou agendas, ao abrigo da costumeira “discriminação”, com os argumentos que a defesa dos pedófilos tem tomado e qualquer dia conseguirá, também, fazer prevalecer os seus objectivos.

Os meios que uns (minorias) utilizam já estão a ser utilizados por outros (pedófilos), exactamente com os mesmos propósitos de conseguirem mudar a mentalidade das pessoas, mas isto apenas acontece porque todos nós nos temos calado às mãos da ditadura das minorias.

Se não dermos um passo atrás e travarmos esta escalada de que tudo é discriminação e que temos de colocar tudo em género neutro ou algo similar, acreditem que um dia vamos acordar com pedófilos a serem indemnizados por estarem a ser discriminados ou até sermos obrigados a ter quotas para pedófilos no cinema.

Ou travamos imediatamente a ditadura das minorias ou um dia você vai olhar para trás e verá que, infelizmente, eu tinha razão e que este aviso foi levado a sério por poucos.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui