Almada

Hospital Garcia de Orta reforça apelo para que população recorra aos centros de saúde

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O Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, distrito de Setúbal, mantém hoje a “elevada procura de cuidados hospitalares”, inclusive de doentes covid-19, reforçando o apelo para que a população recorra em primeiro lugar aos centros de saúde.

“O HGO alerta a população para que reserve as situações mais complexas, graves, agudas e urgentes para serem assistidas no hospital”, refere a entidade hospitalar, em comunicado, adiantando que o número de doentes internados em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) “positivos para a infeção por SARS-COV-2 cresceu uma vez mais, tornando-se necessário reajustar novamente a lotação afeta à covid-19”.

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Em caso de sinais e sintomas compatíveis com doença respiratória covid-19, a população deve contactar primeiro o Centro de Contacto do Serviço Nacional de Saúde – Linha SNS 24 (através do 808 24 24 24) e contactar as ADRC – áreas dedicadas para doentes respiratórios, informa o HGO, indicando que, no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Almada e Seixal, as ADR da Trafaria e do Seixal funcionam até às 20:00.

Neste sentido, o hospital volta a sensibilizar a população dos concelhos de Almada e Seixal, no distrito de Setúbal, para que, “em caso de doença, recorra em primeiro lugar ao médico de família/centro de saúde”.

Hoje, o HGO regista um total de 244 doentes positivos por infeção por SARS-COV-2, dos quais 207 estão internados em enfermaria, 30 doentes em UCI e sete doentes internados em Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD).

“Em comparação com os números de há uma semana, o HGO verificou um crescimento de 11% no total de doentes internados, positivos por infeção por SARS-COV-2”, aponta o estabelecimento hospitalar, lembrando que, em 26 de janeiro, o número total era de 220 doentes internados.

Em relação aos doentes internados em UCI e positivos por infeção por SARS-COV-2, comparativamente com a situação de há uma semana, “o crescimento foi de 50%”, uma vez que hoje estão 30 doentes nessa situação, enquanto em 26 de janeiro existiam 20 doentes.

“O hospital mantém a sobrelotação do Serviço de Urgência Geral, na vertente da área respiratória”, conclui a administração hospitalar do HGO, que tem trabalhado para “melhorar a sua resposta a doentes ‘covid’ e não ‘covid’”, uma vez que se se tem mantido a “elevada procura de cuidados hospitalares”.

Em colaboração com a proteção civil municipal e distrital, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e o ACES de Almada e Seixal, foi criada uma área de pré-triagem de ambulâncias no espaço exterior do HGO, que pretende contribuir para diminuir a “pressão assistencial” que se verifica no hospital há várias semanas.

Em comunicado, a entidade hospitalar do HGO indica que permanece no nível III do seu Plano de Contingência, que prevê camas destinadas a doentes positivos para SARS-CoV-2, nomeadamente 66 camas em enfermaria, nove em UCI e cinco em UHD, mas o que se verifica é que a taxa de ocupação de camas por doentes “situa-se hoje nos 325%”.

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