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Homens sentem-se mais seguros no trabalho do que as mulheres

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“A maior parte da população inquirida sente-se segura no trabalho face à ameaça da pandemia”, revela um estudo da Universidade Europeia, sobre as condições laborais face ao impacto da pandemia.

Entre 22 de maio e 22 de junho foram analisadas as respostas de 1.519 trabalhadores, no âmbito do estudo “(In)segurança Laboral”. A classificação vai de 01 a 05, e a maioria dos inquiridos “concorda que a empresa na qual trabalha manterá todos os postos de trabalho”, com uma média de 3,54, além de que existe a confiança de que serão asseguradas as “condições de segurança no trabalho necessárias face às ameaças da covid-19 (média de 4,02)”.

Os dados revelam que as mulheres sentem uma insegurança “significativamente mais elevada do que os homens”, e que os participantes com menos de 25 anos são também os que manifestaram um nível de insegurança mais elevado, assim como os trabalhadores com vínculos laborais precários.

No documento pode ler-se anda que “o facto de deter mais habilitações parece ter um efeito atenuador na perceção de insegurança laboral quantitativa, uma vez que os participantes no estudo com doutoramento diferem significativamente dos restantes participantes por apresentarem um valor inferior no que se refere a esta variável”, com uma média de 1,89.

Os trabalhadores que não estão em teletrabalho também revelaram maior insegurança em comparação com os que estão em casa.

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