Historiador Joaquim Veríssimo Serrão morreu aos 95 anos

Morreu esta sexta-feira à noite o historiador Joaquim Veríssimo Serrão, de 95 anos

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Morreu esta sexta-feira à noite o historiador Joaquim Veríssimo Serrão, de 95 anos, num lar em Santarém, disse este sábado à agência Lusa o seu filho Vítor Serrão.

«O meu pai, que estava doente há vários anos, foi um eminente historiador, pedagogo, investigador e académico que deixa uma obra monumental, como a História de Portugal da Editorial Verbo, que contribuiu para renovar a historiografia em Portugal e a formar muitos jovens investigadores», afirmou Vítor Serrão.

Segundo Vítor Serrão, o legado que fica da obra do pai, “além da abundante bibliografia, é, justamente, a marca pedagógica, porque formou uma quantidade de alunos, incluindo futuros investigadores, arquivistas, gente ligada à Cultura, que teve o privilégio de conviver com o magistério do meu pai».

Joaquim Veríssimo Serrão nasceu em Tremês, no Ribatejo, a 8 de julho de 1925, e deixa dois filhos, Vítor e Adriana, ambos docentes na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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Na sua página na rede social Facebook, Vítor Serrão escreveu: «Porque não encontro as palavras certas para exprimir o sentimento da perda e a dor da ausência, limito-me a partilhar a notícia da morte de meu Pai, Prof. Joaquim Veríssimo Serrão (1925-2020), historiador, ensaísta, académico e homem de cultura, que ocorreu em Santarém no final do dia de hoje, 31 de julho, uma sexta-feira de tão triste memória…».

Veríssimo Serrão é autor de uma vasta obra historiográfica, entre ela a «História de Portugal», em 19 volumes, que terminou em 2011.

Entre 1967 e 1972, suspendeu a atividade docente, por ter sido nomeado diretor do Centro Cultural Português da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e em 1973 regressou a Portugal e ocupou a cátedra de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, da qual foi reitor até 1974, cargo do qual saiu após a Revolução de 25 de Abril.

De 1975 até 2006 presidiu à Academia Portuguesa da História.

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